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A História da Publicidade

Compartilhando! (:

A volkwsagen sempre muito elogiada pelos seus comerciais mega criativos mais uma vez aposta no que sem dúvidas será mais uma campanha de sucesso, se trata do The Bark Side, uma junção do sucesso do hit “star wars” da própria volks e um vídeo só de cachorros muito bem produzido. O vídeo é só um teaser, mas alguém duvida que vai ser ótimo?

Adoro frases motivacionais e de grandes personalidades, compartilho aqui uma coleção de frases coletadas pelo @blogdomarcelao na ExpoManagement 2011 entre os dias 05 e 07 de novembro. Enjoy! (:

Clayton Christensen:

“Uma estratégia de baixo custo só funciona quando existem concorrentes com produtos de alto custo. Se tudo vira commodity, essas empresas quebram.”

“Os maiores mercados são aqueles que não existem ainda.”

“Empresas devem buscar uma compreensão que reflita o modo como os clientes vivem a vida.”

“Tentar entender o cliente é errado. O que precisamos compreender é a função que o cliente está querendo utilizar.”

“O cliente raramente compra o que as empresas pensam que estão vendendo”, citando Peter Drucker.

“Entenda não POR QUE o cliente compra seu produto, mas O QUE DE FATO o cliente faz com o produto. Assim, você consegue melhorar a mercadoria”

Dov Seidman:

“70% dos funcionários estão descomprometidos com as empresas em que trabalham. A razão é que as empresas estão presas a falsas ideias.”

“O mundo passou de simplesmente conectado para totalmente interconectado. Não se trata apenas de negócios, mas também do social.”

“Não estamos conectados apenas, somos interdependentes.”

“Na era do conhecimento e do comportamento, precisamos rever nossas métricas.”

“Empresas que estimulam auto-governança apresentam menor insatisfação de seus funcionários e maior satisfação de seus clientes.”

“Inspiração resulta em resiliência, criatividade, colaboração e comprometimento.”

“ Para se chegar ao progresso, você precisa de inovação. Se você quer inovação, precisa assumir riscos. Para assumir riscos, você precisa confiar.”

“Há uma diferença entre produzir algo e ganhar dinheiro e produzir algo para ganhar dinheiro.”

Tomi Ahonen:

“O número de contas mobile no mundo vai superar em pouco tempo o número de habitantes no mundo.”

“O poder computacional de um smartphone de hoje, como o iPhone, é maior que o do computador da NASA que mandou o homem à Lua.”

“SMS é 720 vezes mais rápido para ler do que o e-mail.”

“Segundo estatísticas da Nokia, uma pessoa olha para o celular em média 150 vezes por dia.”

“A tecnologia mobile vai além da idade, da taxa de alfabetização e da eletricidade.”

“68% dos jovens preferem utilizar o SMS ao e-mail. E-mail é um meio de comunicação em extinção.”

“O futuro não é só mobile. O mundo será multiplataforma.”

“Mobile é tão diferente da internet quanto a TV é diferente do rádio.”

“Depois que a joalheria Tiffany’s otimizou seu site para a versão mobile. suas vendas aumentaram em 125%.”

“ O futuro não é só móvel. Porém, para os jovens, que são os consumidores de amanhã, a tecnologia móvel é a preferida.”

“A área mais quente em termos de advertising é a área de anúncios em games.”

“A tecnologia celular é a tecnologia mais difundida no planeta.”


Guy Kawasaki:

“Inovação é criar significado para atrair pessoas que queiram mudar o mundo.”

“Para compartilhar significado, crie um mantra em vez de uma missão. Missões são geralmente longas e enfadonhas.”

“Os clientes não conseguem dizer às empresas como inovar.”

“Sua primeira versão pode ter falhas. Não espere a versão perfeita para iniciar um negócio.”

“As empresas sempre querem criar o produto perfeito para todo mundo, e inevitavelmente, caem na mediocridade”

“Regra 10-20-30 do Guy Kawasaki para apresentações: 10 slides, 20 minutos e fonte 30.”

“Não deixem que aqueles caras que não sabem nada coloquem você para baixo”

“O cliente não vai lhe ajudar a inovar. Ele só ajuda a melhorar.”

“Quando criar algo inovador, invista também na elegância desse produto. As pessoas valorizam isso.”

Mário Sergio Cortella:

“Se você não tem dúvidas é porque você está mal informado”, citando Millôr Fernandes.

“Não existe lugar marcado no futuro. O futuro precisa ser criado.”

“Coragem não é ausência do medo. Coragem é a capacidade de enfrentar o medo.”

Jaime Lerner:

“65% das emissões de carbono têm origem nas cidades. Se queremos gerar sustentabilidade, temos que rever o planejamento urbano das cidades.”

“O automóvel é igual à nossa sogra: devemos respeitá-la, mas não podemos ser dependentes dela.”

“Não se pode separar o trabalho da vida das pessoas.”

“Tecnologias como trabalho a distância serão as grandes ferramentas para a sustentabilidade no futuro, pois permitirão diminuir o fluxo de carros nas cidades.”

“Sustentabilidade é a relação entre poupar e desperdiçar.”

“Planejamento toma tempo, mas, muitas vezes, uma pequena ação planejada em um ponto nevrálgico, como se fosse uma acupuntura, faz toda a diferença.”

“Muitas vezes temos ótimas ideias, mas somos tomados pela insegurança. Inovar é começar.”

“A solidariedade começa quando você preserva a sua identidade e respeita a diversidade dos outros.”

“A inovação começa quando você corta um zero do orçamento, enquanto que a sustentabilidade começa quando você corta dois zeros.”

“Quem sonha, cria todo dia. Quem cria, inova e nasce todo dia.”

“Querer fazer alguma coisa é propor um cenário, uma visão, um projeto.”

“Todas as vezes que seu sonho não se realizar, não fique frustrado. Pense que, se você persistir, um dia ele se realizará”.

Marcus Buckingham:

“Se você quer ser um gestor melhor, você tem que fazer parte do conselho de administração da carreira de seus liderados.”

“As melhores empresas se concentram nos pontos fortes e tornam irrelevantes os pontos fracos. Funciona para as empresas, funciona para as pessoas também.”

“Você é mais inovador e criativo nas áreas em que seus pontos fortes já se destacam.”

“Estratégia para tratar pontos fracos: pare de fazer a atividade; trabalhe com pessoas que o complementem.”

“Estratégia para tratar pontos fracos: disponibilize seus pontos fortes a outros; perceba suas fraquezas de uma perspectiva diferente.”

“E chegou o dia em que o risco de continuar sendo sempre um broto tornou-se maior do que o risco de florescer.”

Abilio Diniz:

“Dar atenção à alimentação é controlar a qualidade do combustível que dá energia ao seu corpo.”

“Quanto mais você domina o tempo, mais você pode manipulá-lo a seu favor.”

“Se quiser ter devaneios, brincar com as ideias, não tenha ilusões, tenha fantasias e sonhe. Sonhe grande.”

“A quantidade e a frequência de reuniões são indicadores de que a comunicação na sua empresa pode não estar funcionando.”

“Em geral, as pessoas fazem reuniões como um modo de dividir a responsabilidade por um eventual erro de estratégia.”

Peter Senge:

“São pouquíssimas as empresas que percebem as mudanças no contexto mundial e procuram aprender e mudar seus modelos de gestão.”

“Os sistemas de gestão prevalecentes nas empresas destroem as pessoas e as suas contribuições.”

“As escolas ainda seguem o modelo do pensamento industrial, pois ainda visam a formar operários e não pessoas críticas.”

“Se quisermos obter conexão emocional e inteligência coletiva das pessoas, temos que ter um propósito.”

“Os pilares da liderança são criar, colaborar e estabelecer uma visão de futuro.”

“Algo muda quando as pessoas se envolvem com seu trabalho e veem que criam algo importante. Todos buscam a alegria de trabalhar.”

“Empresas perenes têm sempre um senso de comunidade presente.”

“Os principais pilares de organizações de aprendizado: processo criativo, sentido de propósito e pensamento sistêmico.”

Rosabeth Moss Kanter:

“Os vencedores têm a vantagem do aprendizado.”

“Vencer significa trabalho árduo. A diferença entre vencedores e perdedores está na disciplina, no aprendizado e na forma como se preparam.”

“Não é o talento, é o talento dentro da equipe. Mesmo as pessoas mais talentosas precisam de um sistema de suporte da empresa.”

“Quem tem mais talento tem a obrigação de levantar o desempenho de todo o restante da equipe.”

“Crie uma definição coletiva de sucesso em toda a sua empresa.”

“Até mesmo equipes vitoriosas cometem erros. Trate o erro como um instrumento pedagógico de aprendizado.”

“Tudo o que é novo e diferente enfrentará obstáculos e solavancos pelo caminho. Não desista ao encontrar o primeiro, continue persistindo.”

“Equipes vencedoras nem sempre têm os melhores jogadores, mas têm o melhor sistema de jogo.”

“Times perdedores perdem muitas oportunidades de ganhar porque jogadores deixam de confiar uns nos outros.”

Tarek Farahat:

“Segundo pesquisa da P&G, 71,9% das famílias brasileiras afirmam estar em melhor situação financeira do que há um ano.”

“A população do Brasil tem maior conscientização da sua higiene e maior uso de produtos de beleza do que a população de países como EUA, segundo a P&G.”

“A P&G quer se integrar socialmente ao Brasil. Quer ser vista como um amigo da sociedade brasileira.”

“As pessoas querem saber quem está vendendo os produtos que elas consomem, querem saber seus valores, como tratam os funcionários.”

“A P&G acredita que seus valores são fatores de vantagem competitiva.”

“Todos os produtos da P&G seguem a missão que é de melhorar a vida das pessoas, ter qualidade superior e atender aos acionistas.”

“Humildade é um pré-requisito para ser líder. Dar exemplo também é importante, além da capacidade de execução.”

“Você tem que ter habilidade para lidar com a ambiguidade, saber conviver com a estabilidade e também com a turbulência.”

“Hoje, em cinco minutos se perde uma reputação construída em anos. As empresas precisam atender elevados níveis de ética.”

Ram Charan:

“O conhecimento não basta. Execução é disciplina. Disciplina é converter conhecimento em execução.”

“Não basta ser inteligente, não basta ser mais rápido e criativo. Converter conhecimento em execução é que torna você bem-sucedido.”

“Dica número um de execução: olhem para o horizonte e detectem tendências externas. Procurem olhar o mundo de fora para dentro.”

“O mundo mudou. E a grande mudança é que o consumidor agora pode escolher.”

“Dica número dois de execução: existe uma diferença clara entre visão e alucinação. Visão tem que criar algo concreto na mente das pessoas.”

“Tudo na internet adquire escalabilidade.”

“Dica número três de execução: funciona faz séculos: pessoas certas nos lugares certos. Selecione os melhores e faça-os trabalharem equipe.”

“Dica número quatro de execução: identifique quais novas competências serão necessárias para executar sua estratégia e quais precisará descartar.”

“Dica número cinco de execução: não tome decisões precipitadas.”

“Quando avaliar o desempenho operacional, procure as causas, a ação além dos números.”

“Dica número seis de execução: treine, treine e treine.”

Laércio Cosentino:

“Pela primeira vez na história, a sociedade está à frente das empresas. No passado, tudo era utilizado primeiro nas empresas.”

“Na sociedade do século passado, havia a busca do conhecimento. No século atual, procuramos compartilhar conhecimento.”

“Indivíduo colaborativo: conectado, compartilha, contribui com a colaboração, compatibiliza vida pessoal e corporativa.”

“O desafio do individuo colaborativo: marcar presença na sociedade do conhecimento.”

“Quanto mais comunicar, maior será a colaboração. Maior colaboração significa melhor clima, melhor clima significa melhores condições de liderança.”

20 dicas para inovar

 

Estamos sempre escutando em quantos bilhões a economia gasta quando trabalhadores ficam doentes. Estima-se que anualmente os E.U.A gasta cerca de $350 bilhões e a Europa aproximdamente $66 bilhões.

Isso nos faz pensar, o que pode fazer as pessoas ficarem doentes no trabalho?
Nixon (2011) analisou 72 estudos sobre o efeito do estresse ocupacional em sintomas físicos, incluindo dores de cabeça, dores nas costas, distúrbios do sono e problemas gastrointestinais. Aqui estão as associações com sintomas físicos em ordem decrescente de força:

1. Constrangimentos Organizacionais

Em geral, o fator mais fortemente associado com sintomas físicos foram as restrições organizacionais. Se trata dos aspectos de um ambiente de trabalho que impede você de buscar o seu trabalho. Poderia incluir coisas como não ter o tempo, os materiais ou a autoridade para atingir as metas que foram definidas para você. Parece que esta é provavelmente a mais forte causa de sintomas físicos (embora não podemos dizer muito sobre a causalidade como este foi um estudo correlacional).

Os tipos de sintomas físicos mais associados com restrições organizacionais foram cansaço e problemas gastrointestinais.

2. Conflito de Papéis

Este é o lugar onde um chefe lhe diz para fazer uma coisa e outra lhe diz para fazer outra coisa. Irritante. Este foi mais associada com problemas gastrointestinais.

3. Conflitos Interpessoais

Os Conflitos interpessoais abrangem tudo, desde o comportamento rude ou irracional por colegas de trabalho até all-out bullying. Os conflitos interpessoais foram mais associados com distúrbios do sono.

4. Carga de Trabalho

Este é o primeiro que você poderia esperar aparecer mais acima na lista. Nós tendemos a pensar estar tendo muito trabalho nos faz mal. Certamente contribui, mas não tanto como restrições organizacionais ou conflito de papéis. Não é novidade que a carga de trabalho foi mais associada à fadiga.

5. Ambiguidade de papéis

A ambigüidade de papel ocorre quando você não sei bem qual é seu papel. É quando você não sabe o que é esperado de você, o que provoca estresse. Nesta análise, foi mais associada com a fadiga.

6. 6 e 7, Horas de trabalho e falta de controle

Horário de trabalho é mais interessante por causa de quão longe da lista ele se encontra. Você poderia imaginar que o horário de trabalho estaria no topo, mas ele se resume na parte inferior com a falta de controle, que tinha uma associação semelhante com sintomas físicos. Ambas as associações foram fracas, mas ainda estão lá.

Horas de trabalho ficou associada com o cansaço dos olhos enquanto a falta de controle foi mais associada com dor nas costas e problemas de sono.

Interessante né!

Iniciei minha formação como coach em 2009 na Homero Reis e Consultores, A empresa era formada na época por alguns coaches masters e outros recém formados. O idealizador da empresa, formado pela Newfield consulting Venezuela e pelo instituto de Monterrey no México, foi pioneiro na formação em Coaching Ontológico no Brasil.

O curso é dividido em seis seminários ao longo de aproximadamente 4 meses com diversas atividades entre cada seminário como sessões individuais de coaching, grupos de estudo e de trabalho onde é aprofundado e aplicado o que se está aprendendo. É um curso transformador que recomendo a todos que queiram se desenvolver profissionalmente pelo desenvolvimento de si próprio. Anos depois em 2011 realizei o módulo avançado, focado no aprofundamento de cada domínio (corporalidade, emocionalidade e linguagem) e na prática de coaching contando com supervisões e sessões de coaching trianguladas.

O que quero partilhar neste post é o que aprendi ao longo desses anos além das teorias e práticas que tive, vejo que essa jornada maravilhosa me levou a ver o mundo de outro lugar. Quero deixar claro que se trata de uma percepção minha, outras pessoas podem não concordar e possivelmente aprenderam e enxergaram coisas bastante diferentes.

Lição 1 – O mundo é assim, porquê você é assim

A primeira e impactante lição foi sobre a ilusão de uma realidade concreta. A realidade sempre é relativa e sempre constituída a partir dos olhos de um observador, único. O coach apresenta novas formas de se ver sua própria realidade, promovendo aprendizagem. Quando eu mudo, o mundo a minha volta muda. No extremo dessa visão há um mundo sem preconceitos, guerras, ódio, conflitos etc, pois leva a aceitação mútua de observadores que entendem que vivem em mundos interpretativos e não factuais.

Lição 2 – A escuta

Aprender a escutar para mim continua sendo um grande desafio. Aprender a escutar é aprender a dar valor às histórias do outro a sua frente. O silencio é essencial para que pessoas organizem suas idéias. Ume escutar efetivo permite que se escute tudo o que não é dito, o que está atrás das palavras, fazer conexões. Muitos problemas organizacionais são conseqüência da incapacidade das pessoas de escutar.

Lição 3 – Ser quem se é (Ser legítimo)

Uma das lições mais valiosas para mim foi à percepção de que somos nossos próprios instrumentos e nosso maior limite. Isso é muito fácil de ser dito porém muito difícil de ser vivido. O coaching nos leva a entrar em contato com o que somos e a nos sentir confortável com isso. Somos o que somos de uma forma ou de outra, o que muda é como nos sentimos em relação a isso.

Lição 4 – Ação

“Toda sessão de coach termina com um compromisso para a ação”. Essa foi uma das primeiras afirmações que escutei nos primeiros minutos do curso de formação. O coaching é ancorado na ação, levar o cliente ao alto desempenho nos diversos domínios de sua vida por meio da identificação e comprometimento com ações. Quando se é ou se faz coaching uma pergunta que passa a fazer parte do seu dia a dia é – O que devo fazer hoje para chegar onde quero chegar?

Lição 5 – O corpo fala

O corpo revela aquilo que não conseguimos ver. É a projeção da nossa alma, das nossas emoções, das nossas angústias e de tudo aquilo que não resolvemos. Este é um assunto amplo, complexo e polêmico, mas não poderia deixar de citar, devo falar mais sobre isso em outros posts.

Lição 6 – Maturidade Emocional

Maturidade emocional (leia mais aqui) é muito mais importante do que capacidade técnica e está diretamente relacionada com nossa capacidade de nos relacionar. Não é preciso dizer a importância desse tema nas organizações e relações de hoje certo? A maturidade emocional não nasce da faculdade e cursos, nasce da experiência de vida, da atenção as nossas emoções e da nossa capacidade de aprender com elas. O coaching é um excelente processo de aprendizagem emocional. A maturidade emocional é um processo contínuo que reflete a capacidade de conhecer e administrar suas emoções e compreender o estado emocional dos outros.

Bom, essas são as primeiras lições que me vieram à mente enquanto escrevia. Com certeza existem muito mais por de trás dessas porem essas 6 já podem levar a grandes reflexões. Até a próxima.

 

Só um demente se deixa guiar pela certeza

Pesado? Desconfortante? Quando Nietzsche falou esta frase ele não podia estar mais correto. Dados fatore biológicos, lingüísticos, culturais e pessoais que compõem nossos modelos mentais e o fato de que esses modelos sempre operam de modo “automático”, inconsciente, não é de se estranhar que as pessoas acreditem, com total convicção, em coisas como “o que eu vejo é o que está ali”, “o que eu digo é o que o outro deveria escutar” e “o que eu escuto é o que o outro diz”.

O único fato é que vemos as coisas como somos e não como elas são. Quando a pessoa cai na armadilha da certeza, ela assume que a realidade tem de ser da maneira que ela vê as coisas, tal como a criança acredita veementemente que todos os brinquedos são dela, uma pessoa se agarra a certeza de suas verdades.  Quando isso acontece, se o outro não está de acordo com as percepções, opiniões, sentimentos e acões dela, ele necessariamente estará equivocado ou será ignorante. A certeza não deixa espaço para modelos mentais alternativos e impede a pessoa de reconhecer que a experiência pessoal não é a realidade incondicional.

O interessante é que a certeza faz parte dos nossos mecanismos de defesa, assim como nosso sistema imunológico gera anticorpos para destruir microorganismos agressores, os modelos mentais geram opiniões desqualificativas a fim de destruir os desafios ás suas certezas. De modo geral, a certeza impede a pessoa de considerar situações ou idéias radicalmente diferentes daquelas do seu modelo mental. Se ela acredita que a sua verdade é a verdade, ela não consegue mudar quando o mundo muda e fica presa na sua ‘realidade”, acreditando que é a realidade; fica estagnada nas velhas idéias que a impedem de se adaptar.

 

Adaptado do livro Metamanagement Vol. I

Todo mundo sabe que conquistar um cliente está cada vez mais difícil, os mercados estão cada vez acirrados disputando em oceanos vermelhos, conseguir que um consumidor se torne fiel e um defensor de marca está cada vez mais difícil. Uma das grandes oportunidades para isso é o uso das mídias sociais. O problema é que a maioria das empresas vêm utilizando estas mídias como o fazem nas mídias tradicionais, comunicação unilateral, as mídias sociais têm como propósito a criação de RELACIONAMENTOS o que para Silvio Tanabe está completamente errado, para ele, o objetivo destas mídias não é a aquisição de novos compradores mas sim a conquista de novos amigos.

Na Semana do e-Commerce foi apresentado algumas orientações para o uso destas mídias, foram elas:

1 - Não há fórmulas prontas. Uma empresa pode conseguir vendas imediatas ou usando a mesma estratégia, ter resultados pífios. Por isso é importante que a loja faça um estudo prévio, estudando públicos-alvo, segmentos, comunidades e a forma como elas interagem, de modo a desenvolver uma estratégia própria.

2 - Redes sociais não são mídias de massa. Não espere atingir centenas de milhares de pessoas de uma vez, é um trabalho de médio e longo prazo. Lembre-se, conquistar a confiança de um amigo leva tempo.

3 - Lembre-se que os mesmos recursos das redes sociais que estão à disposição para a loja fazer suas promoções também estão à disposição das pessoas para elogiar ou reclamar. Da mesma forma que sua mensagem pode ser bem recebida e se tornar um “viral” atingindo milhares de pessoas, uma reclamação ou insatisfação se propaga com a mesma velocidade e com efeitos ainda maiores.

4 – Envolva outras áreas. De acordo com pesquisa da consultoria Deloitte, 70% das empresas focam sua atuação nas redes sociais em marketing e vendas. Mas como foi citado anteriormente, as ações geram todo o tipo de feedback: compra, elogios, reclamações, dúvidas etc. Por isso, existe a necessidade de que outras áreas (SAC, relações públicas) estejam envolvidas.

5 – Tenha um plano de crise. O envolvimento de outras áreas, inclusive da liderança da empresa, é importante também para a elaboração de um plano de crise de imagem que porventura envolva a loja nas redes sociais. A empresa precisa se antecipar a problemas que possam ocorrer e colocar o plano em prática com rapidez se o pior acontecer.

Encontrei também um Infográfico que mostra o que fazer e o que não fazer no uso do Twitter que vêm sido uma das ferramentas mais utilizadas pelas empresas em suas estratégias de mídias sociais.

Achei no Blog do Pequeno Guru uma animação feita pela RSA baseada no livro do Daniel Pink: DRIVE. Sensacional, interessantíssimo e acho que todos deveriam assistir.

Saiu o resultado das 20 empresas mais inovadoras do Brasil! A vencedoar é a Whirpool, dona das marcas Brastemp e Cônsul. O prêmio acontece de ano a ano desde 2002 em 15 países Europeus e nos E.U.A e esse ano aconteceu com o auxilio da consultoria A.T. Kearney A Época Négocios explica como funciona a seleção para o prêmio:

Para selecionar as 20 empresas que compõem a lista de AS EMPRESAS MAIS INOVADORAS DO BRASIL/BEST INNOVATOR, a A.T. Kearney submeteu as 120 companhias inscritas a um questionário com 48 indagações com pesos diferenciados. Das 70 que concluíram as respostas, 25 foram selecionadas e receberam visitas técnicas da equipe da consultoria para comprovação e complemento das informações. Foram analisados seis pilares da inovação. São eles:

Estratégia para a inovação: Avalia se a estratégia de inovação é desenvolvida e implementada pela alta gestão; se está vinculada à estratégia da companhia e se há metas quantitativas e qualitativas que devem ser alcançadas por meio de inovação bem-sucedida. A Whirlpool foi a empresa que mais se destacou neste quesito.

Organização e Cultura: Investiga se a cultura de inovação está disseminada na organização como um fator-chave em suas competências, e como planeja incrementá-la. Também verifica se a empresa estruturou a organização de tal forma a obter as metas planejadas. O destaque neste quesito foi a paranaense O Boticário.

Processo de inovação: Averigua como a empresa se estrutura tanto para gerar ideias como para conseguir implementá-las. Se utiliza métricas de avaliação para tornar o processo eficiente e se vale-se de fontes externas, como universidades e fornecedores, para captar ideias. A indústria química Dow foi a companhia que mais se destacou no quesito.

Estrutura e suporte à inovação: Avalia como a empresa monitora o desempenho da inovação e quais as ferramentas de gestão que utiliza para esse fim, como sistemas de TI e de treinamento, reconhecimento e premiação. O destaque nesse quesito vai para a Basf, do setor químico.

Sustentabilidade: Constata se as características dos produtos e serviços resultantes do processo de inovação estão sintonizados com os modernos conceitos de sustentabilidade ambiental e social. Também avalia a consistência dos investimentos em inovação ao longo do tempo. O destaque coube à Even, do setor de construção.

Resultados da inovação: Mensura como o retorno dos produtos e serviços inovadores se espelha na receita da companhia. Também avalia quanto a inovação diferencia a empresa em seu mercado de atuação. Também nesse quesito a vencedora foi a Whirlpool.

Abaixo segue um vídeo da vencedora do Prêmio.

Achei este vídeo sensacional! Mostra como a tecnologia das telas estará presente em nossa vida no futuro.. vale a pena conferir.

Esse mapa criado pela Flowtown é muito legal, ele ilustra como seria o mundo se cada rede social fosse um país e seus usuários sua população. (Olhem o “Empério do google no sul hahaha). O tamanho do Facebook chega a dar medo né? Bom, aqui você pode dar uma olhada melhor no mapa tamanho real.

Estima-se que nos EUA, mais de 50 % das empresas e executivos estão fazendo o processo de Coaching. Na América Latina, estima-se que apenas 4 % das empresas e executivos tenham um Coach.

Qual a diferença entre fazer coaching e não fazer?

1- Um estudo feito por John Kotter e James Heskett em 1992 durante um período de 11 anos ( 1977-1988) demonstrou: As empresas sem Coaching aumentaram sua renda em 166%, seu quadro de funcionário em 36 % e seu rendimento líquido em 1 %. As empresas com Coaching aumentaram sua renda em 682 %, seu quadro de funcionários em 282 % e seu rendimento líquido em 756 %.

2- Um estudo feito por Peterson e Kraiger em 1997, na British Petroleum , avaliou o programa de Coaching oferecido no período de 10 anos aos seus executivos. Além dos executivos em coaching terem desenvolvido habilidades novas, tinham conseguido um aumento de salário de 50 % maiores do que os executivos sem processo de Coaching.

3- Estudo feito por Young e Dixon em 1996, avaliou 51 executivos que participaram do Programa de Coaching por 6 meses, e 100 % dos entrevistados concluiram que o processo tinha sido efetivo, ajudando-os a atingir o seu objetivo de melhor performance e liderança.

4- Gerentes de sucesso pesquisados por Joh McCall, da USC ( University of Southern California ), afirmaram que um dos fatores mais importantes que acelerou o seu desenvolvimento não foi conhecimento adquirido em sala de aula, mas a experiência desafiadora, onde tiveram um líder exigente que também fazia o papel de Coach.

Depoimentos:

“A forma mais prática hoje de promover desenvolvimento pessoal é contratando um coach.”
Fortune Magazine

“Parte consultor, parte motivador, parte mentor, parte amigo, os coaches trabalham com executivos ajudando-os a definir seus objetivos e alcançá-los – pessoais e profissionais – na maioria das vezes, a ambos.
Newsweek

“Estou seguro que no mundo de hoje, exceto as pessoas que não participam de um processo de Coaching, nunca alcançam sua máxima performance.”
Bob Nardelli, CEO, Home Depot

“O Coaching ajuda os líderes a gerenciar sua comunicação com suas equipes e detectando suas necessidades de desenvolvimento – definitivamente afeta de forma positiva o relacionamento.”
Time Magazine

Às vezes fico espantado com a força do processo de coaching, que extrai as habilidades ou talentos que estavam anteriormente escondidos dentro de um indivíduo e que sempre os faz encontrar uma maneira de resolver um problema que antes parecia insolúvel .”
John Russell, diretor Harley-Davidson LTD Europa

Coaching é explorar o potencial de uma pessoa para maximizar seu próprio desempenho. É ajudá-la a aprender em vez de ensiná-la. Clientes dizem que o Coaching traz à tona o melhor de si, ajudando-os a manter o foco, a minimizar as dificuldades na realização das tarefas e a deixar claro os seus valores “
Fortune Magazine

Entre 25 e 40 por cento das empresas da Fortune 500 usam processos de Coaching. “
The Hay Group

Fonte: http://adrianolachovski.blogspot.com (Coach da SBC).

Estou preparando uma estratégia de marketing digital para a Homero Reis e consultores, nesse processo, estudei o uso desses meios pelos principais concorrentes e empresas similares para estudar o uso dessas ferramentas pelas mesmas. O que descobri foi que ainda estamos caminhando no processo de realmente fidelizar e nos relacionar com clientes. Vejo que a grande maioria das empresas ainda não tem a menor nossão de como utilizar essas mídias. Ainda utiliza-se  para recepção de mensagens ao invés aproveitar o potencial de criação e discussão de opiniões, aquisição de informações sobre o cliente, humanização da marca.. o uso que as corporacoes fazem em sua vasta maioria ainda é muito ingênuo. Alguns exemplos:

Twitter absolutamente voltado para comunicação unilateral. Apenas divulga-se notícias e a empresa, falta interação com o usuário, falta escutar o que ele quer ouvir.

Fórum no orkut sem gestão alguma, os membros entram, leêm uma ou outra informação sobre a empresa e pronto. Não há interação entre os usuários, não há iniciativas que promovam essa interação, não acontece o que deveria acontecer.

Silvio Meira falou sobre a falta de conhecimento das organizações no uso dessas mídias em entrevista para HSM, segue abaixo o vídeo da entrevista:

1. Avaliação do Cenário Atual e Aliança.

Nesta primeira etapa, o coach estuda e avalia o estado atual do coachee, isto é feito através da “Roda da Vida”, coleta de dados detalhados da situação atual, histórico de eventos pessoais e profissionais, análise de comportamentos desejados e indesejados etc. O foco desta etapa é definir onde o coachee está e para onde quer ir, firmar uma aliança e por fim definir os objetivos do processo. Depois desta fase o coachee irá refletir sobre as seguintes perguntas:

Onde estou? Onde quero estar? O que gostaria de mudar em mim? Quais são meus objetivos? Quão longe estou do meu objetivo? Como estou me comportando diante de terminadas situações? Quais emoções venho sentindo? Como elas me mobilizam? Como me comprometo com este processo?

2. Preparação e Planejamento.

Nesta etapa aprofundam-se os objetivos do coachee, aqui é definido para onde vamos e por que vamos.

Esta fase compreende as seguintes etapas:

  • Especificação clara e definida da situação desejada
  • Planejamento de metas e objetivos
  • Aplicação da condição de boa formulação de objetivos
  • Identificação de crenças, capacidades e comportamentos para o alcance da situação desejada
  • Alinhamento de níveis mentais
  • Ponte ao futuro.

3. Ação

Aqui é trabalhado as condições comportamentais, emocionais e corporais necessárias para se atingir o objetivo. É a etapa da mobilização e da criação de métodos, ferramentas e procedimentos concretos para se atingir o resultado esperado.

Esta etapa compreende:

  • Criar conscientização e responsabilidade
  • Criação de foco e ação contínua
  • Feedback, apoio e motivação contínua
  • Plano de Ação
  • Execução de Ações
  • Desenvolvimento de novas crenças e hábitos
  • O que, quando e como fazer (metas)
  • Métodos de monitoramento
  • Indicadores de performance e desenvolvimento
  • Estratégias comportamentais e cognitivas.

4. Reavaliação e Mensuração

É o fechamento do ciclo, nesta fase acontece:

  • Revisão
  • Planos de Follow – Up
  • Novos assesments
  • Indicadores de performance e desenvolvimento
  • Feedback sincero entre coach e coachee
  • Reconhecimento do aprendizado adquirido no processo
  • Novo processo ou não?

Adaptado do blog da IBC coaching.

Corporalidade

Nothing is safe unless everything is saved. And everything is safe if you are safe.

O conceito de autopoiese criado por maturana indica que somos seres que produzimos a nós mesmos, redes fechadas de produções moleculares. Um sistema vivo está constantemente produzindo a si mesmo e em constante contato com o seu meio. A questão vem a ser, o que é o meio? Se somos seres autopopiéticos, que vivemos em sistemas dentro de nós mesmos, o meio é tudo aquilo que nossos sentidos são capazes de detectar por meio de nossos sentidos. Será? Acredito que os sentidos existem para nos despertar para realidades situadas além dos sentidos. Existe uma realidade, bem maior e mais extraordinaria do que o que as pessoas chamam cotidianamente de realidade. Onde quero chegar nesse post é: como vivemos nosso corpo? Como percebemos o que ele nos fala? O que nossos nosso corpo está querendo dizer? O corpo está constantemente nos indicando aquilo que precisamos transcender. Uma dor, uma parte do corpo que tende a se machucar mais do que as outras, são sempre manifestações de mals hábitos mentais.

Basicamente, nosso corpo é dividido em Nexus, Plexus e Sexus.

Nexus: Refere-se a parte do nosso corpo ligada a razão, ao plano das idéias, da racionalidade.

Plexus: Compreende toda nossa parte Emocional, afetiva.

Sexus: Está ligada ao nosso posicionamento no mundo, plano do TER e também a virilidade, sexualidade.

É claro que essas distinções não são capazes de nos dar todas as informações referentes ao que o corpo fala. Cada parte do nosso corpo possui um significado ontológico. O que quero despertar é, o corpo é a objetivação do ser. Observe-se, o que seu corpo parece querer te dizer? Note que é possível dizer muito sobre uma pessoa apenas observando seu modo de andar, sua postura, as inclinações dos ombros, peso etc. O que seu corpo diz sobre você?

Abraços!

Luiz Cláudio Binato explica o que é coach.

Algumas tendências já podem ser observadas no que diz respeito ao mercado de coach para os próximos 5-10 anos, vou apresentar as que considero como potenciais a se concretizarem:

  1. A demanda por coache`s vai aumentar: Com a aposentadoria dos Baby-Boomers haverá uma grande demanda pelo desenvolvimento de líderes e também por profissionais que auxiliem na gestão dos novos desafios gerenciais do mercado.
  2. O coach executivo irá amadurecer como uma indústria: Haverão instituições que farão o credenciamento de profissionais os quais passarão por um processo sistematizado de certificação. Haverá também a especialização dessas empresas, por exemplo, algumas se especializarão em coach para executivos da área de marketing, outras para gerentes financeiros, outras para concurseiros etc.
  3. Barreiras de entrada: As barreiras de entrada nesse mercado vão aumentar, as certificações ficarão cada vez mais rigorosas.
  4. Coache`s para outros níveis hierárquicos: Para melhorar a rentabilidade, os coache`s oferecerão programas mais baratos para gerentes, supervisores e funcionários de diferentes níveis hierárquicos dentro das organizações
  5. Peer-Coach e coaching interno: Essas modalidades irão amadurecer dentro das organizações, principalmente em gerentes. Também haverão cursos presenciais e e-learning além de outras formas de desenvolvimento das habilidades de peer-coach e coaching interno. (peer-coach é o processo no qual cada participante faz o papel de coach e coachee).
  6. Estabelecimento de métricas: Será um procedimento padrão das empresas de coach oferecer formas de estabelecer métricas para demonstração de resultados do processo.
  7. Coaching virtual: Ferramentas digitais irão fazer com que o coaching seja feito via videoconferência e outras vantagens como módulos on-line etc.

Institute for Corporate Productivity (clique para baixar) realizou um estudo global para analisar o crescimento do Coach e avaliar as tendências desse mercado. No processo, mais de 1.000 executivos e gerentes foram entrevistados. Um dos resultados da pesquisa mostra os principais motivos que levam uma empresa a contratar os serviços de Coach, 79% das empresas contratam o coach para aumento de produtividade e desenvolvimento de habilidades individuais, 63% para aprimorar a liderança e sucessão. Clique na imagem para ampliar e ver o restante da pesquisa.

Também é apresentado na pesquisa são os critérios de escolha de um coach, mais da metade dos entrevistados, 68%, escolhem o coach por experiência em negócios em segundo lugar fica a indicação de outros clientes e em terceiro lugar vem entrevista com o coach a ser contratado.

Outro dado interessante diz respeito a para quais funcionários as empresas contratam o coach. 54% utilizam com executivos, 41% com gerentes, 21% para supervisores e apenas 11% em todos os funcionários.

O mercado de coach vai continuar a crescer e as razões para isso são simples, a geração que hoje está no mercado a chamada baby Boomers, pessoas nascidas entre 1946 e 1964, estão próximas da aposentadoria. Com isso haverá uma grande busca pelo desenvolvimento de líderes na próxima geração e o profissional coach está apto a atender essa demanda. Além disso o coach será adequado a lidar com o mercado cada vez mais rápido e os desafios gerenciais do futuro.

A partir de 1960, as empresas passaram a buscar formas de dotar as pessoas de competências capazes de fazer com que se adaptassem melhor as mudanças organizacionais ocasionadas pelo grande crescimento econômico e pela busca incessante de equipes de alto desempenho, inovação e adaptação a novas estratégias. Essa busca começou a surtir efeito quando se percebeu que a questão do desempenho estava ligada a como as pessoas percebem suas histórias, o mundo e suas relações. Dessa forma, passou-se a estudar uma abordagem que levava em consideração a revisão das crenças, valores e atitudes das pessoas, de modo que elas possam se adaptar melhor ás novas demandas da vida corporativa moderna.

Surgiu então o conceito de organização como “um sistema de coordenação de diferentes atividades de observadores distintos, com a finalidade de efetuar transações planejadas com o ambiente”. Isso significa dizer que toda empresa atua de determinada forma de acordo com as experiências, vivencias e aprendizagens somadas de todos seus indivíduos, ou seja, a forma como os indivíduos se comportam dentro de uma organização, que é por sua vez resultado das distinções de cada um, determina a forma como a empresa atua.

Foi também constado que para se criar um ambiente harmônico, com uma gestão voltada para o amor e a satisfação pessoal de todos, objetivando o alcance de metas, é preciso cultivar a figura do coach. Gosto de dizer que o líder coach, é aquele que aceita o outro como legitimo outro e possui legítimo interesse em seu desenvolvimento pessoal e profissional. Encoraja o profissional a expor suas conversas privadas e defender seu ponto de vista, deixa claro suas expectativas diante de seus liderados e as expectativas da organização, as metas e objetivos são claros mas também questionáveis. Cria ambientes de comunicação intensa levando a confiança mútua e a aprendizagem coletiva.

Homero Reis explica que Pensar em desenvolvimento significou, então, pensar em revitalizar a organização, a partir da capacitação das pessoas em conversações e na criação de espaços de aprendizagem. Tal capacitação foi chamada de “ontológica”, porque era mais que um aprender a fazer, antes, pressupunha um aprender a ser. As competências decorrentes dessa aprendizagem ontológica possibilitavam ao observador enfrentar os desafios dos novos tempos. O que parecia ser mais difícil – mudar a cultura da organização, por meio de uma nova conscientização social – acabou ocorrendo de modo mais natural do que se imaginava.

Se existe um ditado que sigo em minha vida é “Contra fatos não há argumentos” e o fato é: Não existe mudança organizacional sem mudança na mentalidade das pessoas. Isso significa que mais do que reestruturazações organizacionais, adesão a novas tecnologias, planos estratégicos etc.. é necessário atuar no plano das atitudes, habilidades e emocionalidades das pessoas. Isso traz a tona uma realidade reveladora: O grande desafio das empresas passou a ser desenvolver seu capital humano por meio do aprimoramento das relações interpessoais e do aprendizado emocional. É preciso voltar-se não para o produto, mas para quem produz.

Ainda para Reis, O desenvolvimento organizacional parece depender do desenvolvimento das relações humanas. O processo de maturidade emocional dos diferentes observadores, que aprendem a falar francamente, a escutar efetivamente e a compreender o ponto de vista alheio, é a mola mestra das organizações que têm feito história, desde a década de 1970. Se pegarmos as 10 maiores empresas, de todos os ramos, veremos que todas possuem líderes coach em suas organizações.

Mas como uma empresa pode adotar uma cultura de mudança? Como fazer para criar esse ambiente organizacional caórdico? Além da peça fundamental do líder coach, é necessário ficar atento aos seguintes pontos:

  1. Tolerância com relação aos erros honestos – O medo de errar por ser punido, demitido, humilhado etc é uma barreira de concreto de 70 metros de altura para a inovação. Me desespero quando vejo gerentes falando para seus funcionários que caso não entreguem tal coisa no dia tal serão demitidos.
  2. Estímulo ao ambiente de confiança – É fundamental que haja confiança entre os subordinados, lembrando que a confiança é a soma de Competência: Capacidade de fazer o que foi prometido, Sinceridade: Capacidade de falar a verdade e Responsabilidade: Capacidade de assumir o que prometeu. Essa distinção deve ser clara a todos os funcionários.
  3. Processo de decisão coletivo – Todos devem participar das tomadas de decisão, principalmente aquelas que atinjam diretamente seu trabalho, quando todos os envolvidos participam do processo de decisão para o alcance de determinada meta por exemplo, fica mais fácil sentir-se comprometido e responsável por ela.
  4. Abertura a espaços conversacionais – Já dizia Dee Hock, qualquer empresa que queria ser efetiva deve manter canais de comunicação intenso, a abertura a conversas e questionamentos deve ser clara.

Quem sou eu

No grande romance escrito por Oscar Wilde, O retrato de Dorian Gray, o jovem envaidecido chega à conclusão de que “Definir é limitar”. Ha um bom tempo busco entender o mundo, o Ser e as pessoas, para ser mais específico, desde uma aula de filosofia que tive no segundo semestre da faculdade na qual tive a oportunidade de assistir ao filme “quem somos nós”. Daquele dia então, abismado com a capacidade dos elétrons de aparecem como ondas ou como partículas segundo a predisposição de quem faz o experimento, li, estudei, participei de seminários, meditei, fui a templos, igrejas, coache’s, tudo em busca do meu autoconhecimento e da resposta para as perguntas. Quem sou eu?  Quem somos Nós? Como funciona o universo?

Creio que hoje estou mais próximo de uma compreensão significativa, não da resposta, mas de algo que me faz sentir que estou próximo. Creio que Oscar Wilde foi pragmático com sua afirmação, acredito que a resposta está justamente aí. A verdadeira identidade é indescritível, não existe tal coisa como ‘’Eu sou isso’’, para buscar a verdade essencial devemos parar de tentar nos definir e nos aceitar como meros observadores do grande espetáculo da vida. Fredy Kofman diz em seu livro Metamanagement que as identificações são mapas, modelos construídos com base em simplificações, omissões e generalizações subconscientes. Elas nunca poderão capturar a riqueza da potencialidade humana. Como todo mapa, podem ajudar a navegar pela vida, mas também podem se transformar numa tremenda limitação para o aprendizado e o crescimento.

Assim como Stefanno D’anna afirma em seu livro “O mundo é uma goma de mascar, assume a forma de seus dentes”, Quem somos nós mostra cientificamente como o mundo pode ser maleável segundo nossos pensamentos e O Segredo na sua forma Holywoodiana mostra o poder do pensamento. Não acredito que podemos trazer uma Ferrari para nossa garagem com o simples pensar, o que acredito é que o SER vem antes do TER, que antes de Termos algo no mundo material devemos ter a predisposição de nos tornarmos, assumirmos os modelos mentais, os pensamentos, os valores e a visão adequada ao nosso sonho, só então, por meio de um longo caminho de FAZER (possível apenas para aqueles que já são), o TER se torna conseqüência, a questão é, se quer ser um monge um dia, SEJA um monge hoje, se quer ter uma Ferrari SEJA o cara que tem a Ferrari HOJE, se quer ser o presidente do Brasil, SEJA apartir de hoje, o presidente do Brasil, assuma a forma, as idéias, os pensamentos e as atitudes de tal personagem, mas o principal de tudo NÃO SE IDENTIFIQUE, não se prenda a esse personagem, oberve-se de fora e tenha a noção de que isso é apenas uma parte do seu ser, apenas uma escolha, um personagem dos milhões possíveis da sua natureza humana. Seu ser é indescritível.

De todos os caminhos possíveis para a descoberta do ser, tenho a impressão de que um é essencial. A auto-estima, não conseguimos avançar no autoconhecimento sem amor próprio. Creio que a frase que todos deveriam pendurar em suas paredes seja “O propósito da vida é fazer dela uma obra de arte” mas como manter a auto-estima em um mundo tão conturbado? Como nos amarmos incondicionalmente com todo o exterior enfiando em nossas cabeças estereótipos, objetivos, teres e não teres e todo esse lixo psicológico que recebemos diariamente? Branden nos passa seis “pilares” da auto-estima que nos ajudam a nos mantermos seguros mediante tudo isso, para ele a auto-estima é um processo, uma série de condutas virtuosas que nos levam a chegar La, eis os pilares:

  1. Consciência: prestar atenção ao que acontece, ao que se experimenta e faz, sem esquecer o contexto no qual surgem os sucessos, as experiências e as ações.
  2. Aceitação: reconhecer os próprios pensamentos, emoções e ações, sem evasões nem repúdios.
  3. Responsabilidade: compreender que se é o autor das próprias escolhas e ações e que se é responsável pela própria vida e bem-estar
  4. Assertividade: ser autentico no trato com os outros, negando-se a ocultar o que se é (ou avalia ser)
  5. Propósito: identificar objetivos de curto e longo prazo e as ações necessárias para obte-los. Supervisionar as ações para se manter na rota.
  6. Integridade: viver em congruência com aquilo que se sabe e professa. (teoria esposada e teoria em uso, ou seja, aquilo que digo ser, e aquilo que efetivamente faço).

Além disso, acredito que existe um nível ainda mais profundo para fortalecermos nosso EU, é o caminho do desenvolvimento da alma, do espírito, a infra-estrutura mais profunda da humanidade. Esse nível é totalmente independente daquilo que a pessoa obtém, totalmente dependente daquilo que a pessoa faz, é o nível do ser onde não há nada a conseguir nem nada a perder, nada a provar nem nada que esteja a prova. Esse é o nível da essência do ser humano, conquistado por rigorosa disciplina, meditação, contemplação e reflexão. Mas esse é assunto para outro dia.

Abraços

*Imagem do blog do Gil Giardelli.

Encontrei no site do pequeno guru essa incrível compilação de 100 frases dos mais diversos e grandiosos pensadores que a humanidade já conheceu. No site voce pode também fazer o download de uma versão em PDF. Eu como grande fã de frases, recomendo 100%!
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Quando escutam falar sobre coaching poucas pessoas sabem distiuinguir quais são as implicações de um líder coach dentro de uma organização. O líder coach é um profissional capacitado para enfrentar os desafios da economia do futuro, quais são seus diferenciais?

O líder coach se vê responsável pela consistência entre o propósito e a identidade transcendente da organização. Ele se faz responsável pelo futuro de todas as pessoas que trabalham com ele e conquista o comprometimento de seus funcionários.

O líder coach se faz responsável pelo sistema como um todo, se comprometendo com todos os resultados que atinjam de alguma forma a si e a seus funcionários, sempre buscando o bem estar geral.

Possui uma visão compartilhada, integra aqueles a quem lidera em uma conversação sobre a visão, a missão, os objetivos e os valores da organização.

Define as tarefas e os processos em conjunto com a sua equipe. Enquanto após sair de uma reunião de definição de metas com a diretoria, o “líder normal” estipula para sua equipe o que cada um deve fazer, o líder coach compartilha o porque e busca o como junto com a sua equipe.

Compartilha com todos o que é esperado de cada um, e cria junto a equipe formas de alcançar essas expectativas. Permite inovação e autocontrole.

Dedica esforços para criar uma atmosfera amistosa, não opositora e não coercitiva, proporcionando as melhores ferramentas e processos para sua equipe.

Os resultados desse modelo de liderança são muitos, dentre eles, o ambiente de trabalho se torna mais estimulante, os empregados entendem a missão fundamental da organização, se sentindo assim parte de algo maior e um senso maior de comprometimento, a atmosfera potencializa a auto-avaliação, todos são reconhecidos por seus esforços e se sentem valorizados.

Em suma, o líder coach é um líder verdadeiramente interessado em desenvolver relações autênticas com aqueles a quem lidera.

Vivo escrevendo sobre aprendizagem, novas formas de fazer as coisas, coaching etc. Hoje quando estava na minha corrida matinal, vi uma mae ensinando seu filhinho a atravessar a rua, percebi a forma como ele observava o desafio, com olhar desconfiado olhando para mãe, a mãozinha apertada segurando sua mão e o olhar curioso para a rua e para o desafio a enfrentar. Vendo isso isso resolvi escrever hoje sobre como funciona o processo de aprendizagem. Em seu livro Metamanagement Fredy Kofman declara que as situações de aprendizado costumam começar com emoções difíceis e chama essas situações de “guardiões da porta” do aprendizado. Tal como o menino que precisa ter coragem para atravessar a rua e conhecer essa nova distinção, quem se assusta com eles e se retira jamais alcançará o conhecimento, somente quem os enfrenta com coragem e determinação se faz merecedor dos segredos que eles guardam, vamos falar um pouco mais sobre esses guardiões apresentados por Fredy.

  1. A cegueira (a respeito da própria incompetência). Não existe a menor possibilidade de aprendermos algo novo, sem termos consciência de não sabermos. O cego é aquele que não sabe que não sabe e portanto está preso na ilusão de que não tem nada para aprender.
  2. O medo (de declara sua ignorância). O medo de assumir que não-sabe  afeta nossa auto-estima por revelar áreas de ignorância. As vezes preferimos sofrer (e causar sofrimento) a admitir nossa necessidade de aprender.
  3. A vergonha (de mostrar incompetência). O medo do ridículo também é um guardião do aprendizado, já diria o ditado, é errando que se aprende. Quando não nos permitimos errar, acabamos abandonando o caminho do conhecimento, gosto muito de lembrar da frase de Friedrich Nietzsche que dizia, tudo aquilo que não me mata, me fortalece.
  4. A tentação (de se considerar vítima). Quando nos fazemos de vítima nos mantemos confortáveis, pois não somos parte do problema. Porém não sendo parte do problema também faz com que não sejamos parte da solução. Colocando o problema lá fora, nos vemos livre da necessidade de aprender. Não podemos esquecer que somos responsáveis por TUDO o que nos acontece, direta ou indiretamente.
  5. O orgulho (que impede de pedir ajuda e instrução). Pois ao pedir ajuda, reconhecemos nossa necessidade, e reconhecemos nossa ignorância no assunto. Implica ceder autonomia a alguém. As pessoas que baseiam seu orgulho pessoal na ilusão de onipotência e independência caem na armadilha desse guardião.
  6. A arrogância (de acreditar que já sabe). Sem humildade é impossível reconhecer as necessidades de melhora. É aquele gerente que acredita já saber tudo. Como diz o velho ditado dos índios navajos, é impossível despertar um homem que finge estar dormindo.
  7. A preguiça (de praticar com diligencia). No Pain, No Gain aprender é uma tarefa que exige disciplina, os preguiçosos fogem desse esforço e preferem manter sua comodidade incopetente.
  8. A impaciência (para alcançar a gratificação imediata). Vivemos numa era de imediatismo, porem, sem uma visão de longo prazo, é impossível manter a motivação necessária para adquirir conhecimento. Encontre uma visão de longo prazo prazerosa, fixe-se nela, escreva, faça uma tatuagem na testa. Mas não tente perseguir o conhecimento sem uma visão de futuro . Simplesmente não da certo.
  9. A desconfiança (no instrutor ou em si mesmo). Quando não acreditamos em nós mesmos, na nossa capacidade de aprender, não conseguimos aprender nada. Precisamos operar em espaços de confiança e segurança para conseguirmos aprender. Li em um livro uma frase que nunca esqueci, “invista tudo aquilo que tem, e também aquilo que não tem, no seu desenvolvimento pessoal. Se você não investe em você, quem ira investir?”. Trabalhe na sua auto-estima e acredite em você mesmo.
  10. O desânimo e a confusão O desanimo e a confusão derivam do pensamento desconfiado, precisamos ter em nosso discurso, “não entendo o que esta acontecendo… e isso me entusiasma” e não irmos para esfera do medo.

O importante é sabermos como fazer as coisas, e não saber que. O saber é uma condição necessária para o sucesso, mas é também insuficiente para alcançarmos a efetividade. O verdadeiro aprendizado se dá quando conseguimos praticar aquilo que aprendemos. Saber como aprender é a mais importante tarefa do ser humano, aprender uma técnica nova é útil mas rapidamente se torna obsoleta, o mais importante, é sabermos como aprender novas disciplinas. Aprender a aprender.  Tornando-nos mestre em aprender, nos permitirá responder com efetividade a qualquer mudança.

Organize-se

Conheci um ótimo site para organização da nossa vida de acordo com a Metodologia GTD (Getting Things Done) criada por David Allen. No site encontramos todas as ferramentas necessárias para utilizar a metodologia. Ela prevê que tiremos tudo o que existe na nossa cabeça, em termos de planejamento e do que deve ser feito, para podermos nos focar apenas no momento. A idéia é sentir-se seguro que tudo o que precisa ser feito está em um único lugar, muito bem organizado, para que assim possamos parar de nos preocupar com o que deve ser feito no futuro e foquemos 100% da atenção na tarefa a ser realizada agora.

Um bom exemplo disso é quando estamos trabalhando em alguma tarefa, como por exemplo ler um livro, e por um momento nossa mente vai para alguma outra coisa que devemos fazer, no e-mail que deve ser enviado, ou na reunião de amanhã, para David isso é um mal sinal, devemos nos concentrar por inteiro na atividade estamos fazendo para poder executa-la com perfeição. Tirar tudo da nossa cabeça e deixar em um local seguro, é uma das maneiras de fazer isso (desconheço outras, mas não descarto).

Bom, o site é o Nirvana, para utiliza-lo basta fazer o cadastro (grátis) e aguardar alguns dias até receber a confirmação, tudo é muito bem organizado e fácil para aprender a utilizar. Recomendo a todos que estejam com o sentimento de que as coisas estão um pouco embaralhadas e que gostaria de organizar sua vida para poder se concentrar mais no aqui e no agora. Essa metodologia é a metodologia mais utilizadas por executivos no mundo inteiro.

Para aqueles que quiserem aprender a utilizar a ferramenta e saber melhor sobre seus benefícios, comprem o livro do próprio David Allen, A arte de fazer acontecer. Leitura recomendadíssima.

Segue uma imagem da página do site.

E também um vídeo com o David Allen, explicando sobre o GTD.

O livro que me inspirou a iniciar meus estudos em Coaching foi o livro do Dee Hock, fundador da VISA, chamado “Nascimento da era Caórdica”. O livro apresenta uma visão futurística, uma premonição paradoxal face a incontestável insustentabilidade do sistema atual que vem se apresentando desde o início da revolução industrial.
As instituições mecanicistas baseadas nas estruturas de comando e controle da era industrial dominaram durante quatro séculos o funcionamento das sociedades, determinando a vida econômica, social, cultural, política e demais áreas do conhecimento. Neste início de terceiro milênio, observamos um movimento crescente da diversidade e complexidade das sociedades em todo o mundo e parece estar brotando um consenso de que a atual estrutura hierarquizada de poder das organizações está bem próxima de atingir seu nível de saturação, onde não mais conseguirão cumprir seus objetivos e permanecerão crescendo, consumindo recursos, devastando o meio ambiente e limitando cada vez mais o ser humano. Segundo Dee Hock, as taxas de extermínio da vida na Terra adquiriram proporções calamitosas: a cada hora, 210 espécies desaparecem da face da Terra, 6.700 acres de florestas virgens são devastadas, três milhões de toneladas de solo arável são destruídos e, o maior agravante, 1.200 crianças morrem de fome. E estes são dados da década de 90, quando ele fez esse alerta. Ou seja, mesmo com toda evolução científica e tecnológica, a racionalidade mecanicista da nossa sociedade está produzindo uma catástrofe coletiva sem precedentes.

Em suma, ele projeta um futuro para as organizações fundamentado em princípios caórdicos - organizações autogovernadas que combinariam de forma harmoniosa o caos e a ordem, a competição e a cooperação. Princípios lapidados ao longo de sua vida e postos em prática quando ele fundou a VISA Internacional, um dos maiores empreendimentos do setor de cartões de crédito do mundo, cuja estrutura transcende fronteiras, culturas e diferentes sistemas monetários. Uma corporação com poder descentralizado entre vinte e dois mil bancos-membros que conseguem ao mesmo tempo cooperar e competir entre si, atendendo cerca de setecentos milhões de clientes espelhados pelas mais diversas nações do planeta e cumprindo transações de mais de um trilhão de dólares anuais.

Mas por quais questões esse livro me levou a escolher o coaching como profissão? Ao analisar os conceitos de uma organização caórdica, pode-se entender:

- “Nas ORGANIZAÇÕESverdadeiramente caórdicas não há um destino. Não há um ser supremo. Há só o vir-a-ser.”

- “COMUNIDADE não tem relação com lucro. Tem relação com benefício. Confundi-los é um risco. Quando tentamos monetizar todo o valor, desunimos metodicamente as pessoas e destruímos a comunidade.”

- “É da verdadeira LIDERANÇA, liderança de todos, liderança dentro, em cima, em volta e embaixo que
este mundo tanto precisa, mas infelizmente é uma administração dominadora o que consegue.”

- “Se estiver interessado em INOVAÇÕES RADICAIS no modelo empresarial, que minam a concentração de poder nas mãos de poucos e permitem contínua inovação, criatividade e crescimento nos negócios, você vai ver a VISA como uma das mais importantes organizações da segunda metade do século passado.” Peter Senge

Trata-se então de organizações cujos relacionamentos de seus integrantes, a liderança e principalmente a comunicação efetiva entre os mesmos é fundamental. E é aí onde entra o coach organizacional. Minha grande paixão.

Imaginem meu desespero ao chegar no trabalho e receber um e-mail com uma advertência por ter saído 3 minutos mais cedo depois de quase 2 horas de ócio naqueles dias onde tudo o que podia ser feito já foi e se espera o horário de saída do sistema semi-escravista para que se possa produzir alguma coisa novamente fora dali.

É um dos meus grandes medos, a outra possibilidade também apresentada por Dee Hock, que diz que Infelizmente, à frente há também a possibilidade do colapso institucional, de um enorme massacre social e da regressão àquela manifestação suprema dos conceitos de organização mecanicistas e newtonianos – a ditadura – que, por sua vez, teria de entrar em colapso à custa de um massacre ainda maior antes que as instituições caórdicas pudessem emergir.
Qual caminho iremos seguir? Seja lá qual for, estou disposto a lutar por organizações descentralizadas, não controladoras, sinérgicas, efetivas, flexíveis e duradouras. Onde seus membros vivem no estado de AMOR e não controlados pelo MEDO. Onde pessoas trabalham felizes.

Reflitam em paz.

Vítima ou protagonista? Quem você escolhe ser? Já pararam para pensar nisso? Como já falei anteriormente, responsabilidade ou respons(h)abilidade, trata-se da sua habilidade de responder as situações que lhe acontecem, não se trata de ter a culpa de alguma coisa, mas de observar como nos posicionamos frente as coisas que nos acontecem e escolher as ações. É aí que escolhemos também quem somos.

Sempre posso escolher quem eu vou ser, meu ser é definido a partir de mim e não a partir da atitude do outro. Agimos como somos, mas também somos como agimos.

Por exemplo, se tenho um péssimo relacionamento com minha vó, por achá-la grossa, antiquada, rabugenta o que for, mas moro com ela e não possuo outra opção, sou  sim responsável por escolher quem vou ser na situação. Posso ser vítima por ser obrigado a morar na casa dela, ter de agüentar a situação, e manter o péssimo relacionamento, ou posso me tornar protagonista e tentar modificar a situação por minhas atitudes. Não importa a resposta da minha vó, se eu passar a ser gentil e amoroso e ela continuar sendo a grossa, não faz diferença, o importante não é a atitude do outro diante da situação mas sim a minha. O que importa é quem EU escolho ser, e não o outro. A reflexão que deve ser feita é, como quero contar essa história? Como vítima ou como protagonista? Como quem tentou ou como quem cedeu? O que eu escolho ser diante desse problema?

Outra forma de observar se somos vítimas ou protagonista, é analisarmos nossas respostas, quando somos cobrados podemos responder de duas maneiras, com respostas tranqüilizadoras (reativas) ou geradoras, vamos nos aprofundar um pouco mais nelas:

Tranqüilizadoras (reativas): Ao emitir essa resposta, não assumo a responsabilidade de poder ter gerado uma resposta diferente. Sou inocente mas ao mesmo tempo impotente e incompetente (uma vítima). Por exemplo, meu chefe pede que eu entregue o relatório as 16:00 mas a energia elétrica acaba e fico sem computador, quando meu chefe retorna, explico a ele que a energia acabou colocando a responsabilidade na energia e não em mim.

Geradoras: Nas respostas geradoras eu me coloco como parte do problema e da solução, me torno protagonista mas também responsável pelos resultados. Seguindo a mesma situação do exemplo superior, eu iria assumir a responsabilidade pela entrega do projeto até as 16:00 e iria escreve-lo a mão, procurar um laptop, ligar para o meu chefe para ver a possibilidade de entrega em outro horário, ou caso não conseguisse assumiria a responsabilidade por não ter entregue o projeto e renegociaria a entrega.

E você? Quem você escolhe ser?

Alô alô consumidores(as) de plantão hoje esse post é para vocês! O relatório de tendências da TrendWaching esse mês está especial e traz algumas reflexões que quero compartilhar com vocês!

Na hora de comprar um produto/serviço você já parou para pensar sobre o que você compra ALÉM daquele produto/serviço? Um grito de personalidade? Um diferencial? Será que não está implícito em toda e qualquer compra, um desejo de status? Vamos pensar o seguinte,

E se você fosse proibido de contar a QUALQUER pessoa sobre qualquer produto ou serviço que tenha adquirido, e ao comprar seu Ipad, sua nova casa,  seu carro, uma roupa nova, não fosse permitido que você compartilhasse com qualquer pessoa e ficasse restrito a usufruir de seus produtos sozinho. Será que teria o mesmo prazer na compra? Escolheria o mesmo carro? Compraria as mesmas roupas? Será que faria as mesmas escolhas? Creio que não.

Tudo o que você compra, contem um componente de Status, por mais pequeno que possa ser.

No final do século XIX um grande psicólogo chamado Willian Joyce foi convocado a dar um grande discurso em uma convenção de psicólogos, houve um grande bafafá sobre a aceitação do grande gênio em fazer o discurso e diversas pessoas vieram de todos os cantos do mundo para escutar suas palavras.

Houve uma grande concentração de pessoas aguardando ansiosamente seu discurso até que finalmente o Mestre subiu no palco. Ele se deslocou para perto da platéia, olhou para todos, respirou fundo e disse:

“A maior descoberta da minha geração, é que as pessoas podem alterar suas vidas alterando suas atitudes mentais.”

E foi isso. Seu discurso todo se resumiu a essa frase. Logo depois de pronuncia-las ele se afastou do palco e presumidamente voltou para seu hotel deixando centenas de pessoas insatisfeitas pedindo a devolução de seus dinheiros.

Existem duas formas de se criar sentimentos e emoções, uma delas é através da linguagem que se divide em conversas públicas (as conversas externas, que expomos aos outros) e as conversas privadas (são aquelas que guardamos para nós mesmos). E a outra forma é através das imagens que o observador cria em sua mente para representar determinada linguagem.

O que quero mostrar nesse post é que ao invés de deixarmos nossos pensamentos correrem livremente em nossas cabeças, podemos canalizá-los em um nível consciente para mudar aqueles pensamentos que não nos fazem bem.

Resumidamente, mudando o que dizemos para nós mesmos, nossa linguagem externa e interna, somos capazes de mudar as imagens associadas a elas e consequentemente a forma como nos sentimos diante delas. Exemplificando, olhem alguns desses exemplos:

-Eu preciso perder peso

-Eu preciso ir para a academia mais frequentemente

-Eu preciso de um café

-Eu tenho que entregar este relatório até as 17:00

Tenho certeza que essas frases não são incomuns para você, e por serem tão comuns ninguém para e pensa sobre elas, no entanto, elas são extremamente restritivas e impróprias.

-Vamos nos perguntar “Ou o que?”

-Eu preciso perder peso – Ou o que?

-Eu preciso ir para a academia mais frequentemente – Ou o que?

-Eu preciso de um café – Ou o que?

-Eu tenho que entregar este relatório até as 17:00 – Ou o que?

Aposto que uma expressão de confusão se forma em você ao pensar sobre isso certo? Seguidamente acredito que você chegue à conclusão de que, na verdade, nada vai acontecer. E esse é o ponto, existem pouquíssimas coisas na vida que são absolutamente, indubitavelmente necessárias e inadiáveis.

A maioria das pessoas ainda pensaria, ora, mas são só palavras certo? Bom, de certa forma sim, mas são palavras que fazem com que cada tarefa tenha um peso de toneladas sobre você.

Feche os olhos e pense em uma pessoa dizendo qualquer uma das frases acima, é quase impossível pensar em alguém dizendo essas frases sem associações negativas. Eu Preciso fazer isso ou eu Tenho que fazer isso, trás em nossas mentes alguém com um olhar cansado, ombros caídos, estressado, com a voz chocha etc.

Em resumo, elas têm uma atitude ruim para tudo o que dizem que tem / devem / tem que fazer, porque se colocam sob pressão a um nível inconsciente, usando uma linguagem inadequada, restritivas.

Não só com estas palavras ao fazer tudo o que você quer fazer parece mais oneroso, mas também há o risco de danificar sua auto-estima. Em ocasiões isoladas quando você diz que deve perder peso e não faz nada não é um problema, mas se você continua dizendo repetidamente uma vez que não há ação você para de confiar em si mesmo.

A confiança presume três elementos básicos:

Sinceridade: Capacidade de ser verdadeiro com o que se fala e pensa.

Competência: Capacidade de agir de acordo com o que foi prometido.

Responsabilidade: Capacidade de responder pelo que foi prometido.

Qualquer quebra em um desses elementos gera a falta de confiança tanto em si quanto nos outros.

Então o que recomendo é mudemos nossa fala, e passemos a usar palavras como adoraria, gostaria de, seria divertido..

Pense na linguagem corporal de uma pessoa dizendo que adoraria fazer tal coisa, é muito diferente de alguém dizendo que precisa fazer. Ao dizermos adoraria  ou seria divertido  etc, remetemos a alguém com entusiasmo, linguagem corporal excêntrica e com energia de sobra.

É tão fácil subestimar o poder das palavras que você usa, especialmente quando você ouve outras pessoas falarem da mesma maneira em diariamente de uma forma que voce usou toda a sua vida.Confie em mim, porém, elas são capazes de modificar brutalmente nossas emoções.

Vou ser sincero e admitir que não é uma correção do dia da noite e exige algum compromisso sério. Mas de qualquer forma, vale a pena!

Abraços

Você já parou para pensar o quanto você se protege? O quanto de VOCE, você esta desgastando, abusando ou esgotando?

Reflita um pouco sobre a palavra preservação, Pré-reservar – ou criar uma forma de reservar suas energias e seu potencial para que estes estejam prontos quando forem necessários. Sob essa perspectiva, preservação seria a sua preparação para estar apto a servir para qualquer que seja a necessidade do momento de sua vida.

Nós não podemos viver plenamente se estamos agindo inconscientemente e desperdiçando nossos recursos, depredando-nos.

Em um livro que li chamado A escola dos Deuses, o Dreamer uma espécie de voz que conversa com o protagonista levando-o a crescer e fugir dos caminhos da mediocridade revela a seguinte frase:

O mundo é a resposta a todos os seus pedidos, e é o seu nível de responsabilidade quem determina a distância entre o seu pedido e a resposta. Quanto mais responsável você é, menor é a distância.

Então eu sugiro que pare, pense, vá ao parque, visite o jardim botânico de sua cidade, fuja para um zoológico, praça, uma cidadezinha a alguns kilometros de distancia e reflita sobre você. Tenha um momento de reflexão longe de tudo e de todos, e pense o quanto você está se Preservando. O mundo nada mais é do que o reflexo de você mesmo, só vemos aquilo que somos, sendo assim descubra-se. O mundo é assim porque você é assim. Mude e o mundo mudará. O mundo é uma goma de mascar, ele assume a forma dos seus dentes.

Refletimos aquilo que somos.

Abraços!

Devido à grande pressão exercida pela sociedade e pelo mercado competitivo em cima dos universitários, esse publico está se tornando cada vez mais foco do Coach Ontológico. Voce já parou para pensar qual será sua posição no mercado de trabalho daqui a cinco anos? Se sua resposta é não, saiba que, embora este seja o comportamento da maior parte dos jovens com nível superior, cada vez mais as empresas e grandes corporações têm exigido que seus funcionários tenham em mente um plano de carreira, ou seja, a consciência de sua atual posição hoje e quais os objetivos a serem alcançados no médio e longo prazos. É exatamente aí que o coaching entra, ajudando os clientes a atingir suas metas e planejar sua carreira.

Estive recentemente em busca de um novo emprego e em todas as entrevistas que participei em grandes empresas como Ambev, Caixa entre outras me perguntaram: Como voce se ve em 5 anos? Quais são seus objetivos? Cite algumas metas que voce traçou e alcançou e também metas que possui para o futuro.

O coach não é apenas uma medida útil apenas para executivos e profissionais que já atingiram um certo patamar no mercado de trabalho, esta atividade tem se mostrado cada vez mais eficiente quando empregada no auxílio a jovens universitários e recém-formados. Em entrevista para a especialista em carreiras Karin Parodi afirma que “O jovem é muito imediatista. Dificilmente faz planos pensando em médio e longo prazos e, muitas vezes, a falta deste tipo de planejamento resulta em frustração”.

É comum ouvirmos a seguinte frase: “Quero fazer Oceanografia e morar em Florianópolis, mas não abro mão do meu carro do ano e do padrão de vida que tenho hoje”, conta a consultora. Em sua opinião, este é o perfil clássico dos jovens que não têm consciência de que determinadas profissões têm mais chance de garantir uma boa condição financeira do que outras. “Uma profissão como oceanografia, cercada de glamour, exige muitos anos de estudo, além de uma vida de dedicação à pesquisa, ou seja, ela foge completamente do tipo de carreira que em pouco tempo garante ao profissional um cargo estratégico, com poder de decisão tendo como conseqüência altos salários”, destaca.

Neste sentido, o coaching atua trazendo um pouco da realidade do mercado fazendo com que reflita sobre suas escolhas e sobre o que é fundamental para voce. Caso seus valores mais importantes sejam dinheiro, status e a conquista de altos cargos executivos, seu direcionamento será diferente de quem tem como plano de carreira desenvolver um projeto social, ou buscar uma profissão que priorize a qualidade de vida.

Mais do que isso, o coaching ainda pode auxilia-lo a reconhecer suas principais falhas, apontando quais erros podem ser decisivos para que uma empresa faça a opção de investir ou não em seu desenvolvimento.

Quer saber mais sobre coaching ou marcar uma sessão? Deixe seu comentário logo abaixo ou entre em contato! postai.vinicius@gmail.com

Abraços

Encontrei no blog da CHMKT esse texto que foi originalmente escrito pelo Planner Fernand Alphen com outro enfoque mas, tenho certeza que é válido para seja lá o que estiver procurando por aí, essas dicas mostram o que o mercado espera que você faça, e o que voce deve fazer por voce para entrar no mercado, achei fantástico! Logo abaixo faço uma reflexão sobre o mesmo.

“1) Curriculo: mandar curriculo por email é a coisa mais preguiçosa do mundo. Se não houver outro jeito – digamos que você more no Cariri, que você não conheça ninguém a mais de um quilometro de distância e que sua vocação esteja escrita nas estrelas, mande um curriculo inteligente que diga exatamente o que você quer e porque você quer isso. Não perca tempo em salamaleques, nem frases vagas, mas não deixe de demonstrar que você sabe com quem está falando. E se você tiver algo para mostrar, poupe os servidores de emails de attachments: publique em algum lugar e mande o link. O sistema é bruto.

2) Network: network é importante e não tem absolutamente nada a ver com caderneta de endereço. Network não se conquista entrando em redes sociais tampouco. Elas só servem para te dar uma pista. Se você identificou seu target, comece o namoro com educação e pertinência. Jamais puxe o saco. Mande emails, participe das comunidades, dos blogs mas só se você tiver algo inteligente a dizer. Elogios, e manifestações folclóricas são contraproducentes. Encontros de profissionais são enfadonhos, não perca seu tempo. Quem interessa não vai a esses convescotes. O sistema é bruto.

3) Indicações: é importante ter bons relacionamentos. E por bons relacionamentos entenda-se pessoas que tenham argumentos para saber te vender. Ninguém pede favor a ninguém por amor. Não se queima cartucho por belos olhos e interesses sórdidos. Seu pai, seu irmão, seu primo empresário, seu padrinho rei da Prússia são queridos, mas são muito piores no quesito indicação do que seus ex-colegas e seus ex-chefes. Não faça inimigos profissionais porque o mundo dá voltas. O sistema é bruto.

4) Oportunidades: não abrace qualquer porcaria, para estar “dentro do mercado”. É perda de tempo. Não é a empresa que te escolhe, é você que deve escolhê-la. Um pouco de auto-estima é bom. Se você achar um bom terreiro, invista, trabalhe muito, faça muitas perguntas e não fique arrotando verdades. A probabilidade de você falar uma asneira é colossal. Seja discreto, simpático, solícito e tente evitar de mostrar seus extraordinários dotes, suas fantásticas relações, sua polpuda conta em banco. O sistema é bruto.

5) Background: 1) aprenda a escrever, aprenda a escrever, aprenda a escrever. Se você escreve bem, quer dizer que você pensa bem. E se você pensa bem, você é útil e tem futuro. O resto – a formação, a experiência, as leituras, os cursos, os workshops, as viagens não servem para absolutamente nada se você escreve como um porco javanês. 2) aprenda a falar, aprenda a falar, aprenda a falar. Se você fala bem, quer dizer que você tem segurança. E se você tem segurança, você é útil e tem futuro. O resto – seu corpo irresistível, as grifes que você estampa e o sorriso colgate não servem para absolutamente nada se você fala como um estivador bêbado. O sistema é bruto.

6) Paciência: tenha muita paciência, muita. O sistema é bruto.”

Segundo a associação Brasileira de coach, as pessoas que procuram  um coach, querem atingir ótimo nível de satisfação e sucesso em suas vidas pessoal e profissional. Elas estão procurando por novas formas para usar seu pleno potencial e se livrar de qualquer coisa que bloqueie e limite a realização de seus desejos.

Sou formado coach pela HRconsultoria (www.hrconsultoria.com.br), empresa com larga experiência no mercado e com profissionais de altíssima qualidade. Estou oferecendo o serviço de coach com sessões gratuitas a título de desenvolver minhas habilidades e oferecer aos interessados uma ótima oportunidade de potencializar suas habilidades. Lembrando que no mercado uma sessão de coaching varia entre R$300,00 e R$500,00 a hora.

Nas primeiras sessões você fará um mapeamento de seu estado atual e desenvolverá um plano detalhado para conquistar seus objetivos pessoais e profissionais. Você irá descobrir as respostas para as seguintes perguntas:

Onde estou agora? Quais são meus pontos fortes e pontos a serem melhorados? Como aperfeiçoar meus recursos e potencialidades? Quais são meus desejos de realizações? Para onde estou indo? Como é possível resolver este meu problema em particular? Como potencializar minha carreira? Como posso melhorar meus relacionamentos?

O processo favorece o autoconhecimento, auxilia seu planejamento pessoal e profissional, atua com recursos potencializadores e busca a eliminação de limitações e bloqueios.

Para marcar sua sessão entre em contato comigo:

E-mail: postai.vinicius@gmail.com

Telefone: (61)8438-1366

Obs: Apenas para brasília

Abraços,

Preciso compartilhar a Genialidade da propaganda da Grã Filé da marca Frisa, fabricante de alimentos. O conceito é simples, eles são bons em hamburguer e não em propaganda, confiram!

Não desanime quando o mercado estiver ruim. Por mais difícil que esteja, saiba que poderia ser muito pior. Você poderia ser um vendedor japonês na Europa logo após a 2ª Guerra Mundial.

Normalmente, as pessoas não gostam de vendedores. Estão sempre tentando empurrar mercadorias que nem sempre a gente quer. Os mais irritantes são os vendedores de porta em porta, em sua grande maioria invasivos e insistentes. Agora, imagine um vendedor de porta em porta japonês no período pós-guerra! Ao lado de alemães e italianos, os japoneses eram apontados como os grandes responsáveis por todo o sofrimento, morte e destruição que assolavam o velho continente. Por isso, aonde ia, o vendedor Komashio era recebido com hostilidade, desconfiança e até ameaças.

Como desgraça pouca é bobagem, ele tentava vender rádios japoneses numa época em que eletrônicos orientais eram sinônimos de péssima qualidade. Então, por que Komashio não retornou a seu país? Simples: se na Europa estava ruim, no Japão estava ainda pior. O comércio de produtos estava praticamente parado, numa nação totalmente devastada. Para não ser obrigado a fechar as portas, o fabricante dos tais rádios portáteis decidiu enviar seus vendedores para mercados mundo afora. Mas, depois de meses de tentativas frustradas em território europeu, Komashio não havia vendido um único aparelho. Certo dia, em Hamburgo, ao oferecer os rádios a uma loja de pianos, o japonês escutou do proprietário: — Não estou interessado. Só trabalho com produtos de qualidade. — Se eu pagar, o senhor aceita ao menos expor o produto? O homem coçou a cabeça pensativo, viu que não tinha motivo para recusar e, em troca de dinheiro vivo previamente pago, aceitou expor o aparelho na vitrine por uma semana. Komashio ficou animado, era a primeira vez que expunha seu produto. Ficou preocupado também. Sabia que, se os rádios não vendessem, ele teria que retornar a seu país com missão fracassada.

O japonês parou numa esquina próxima e ficou observando os pedestres que passavam em frente à loja. Para sua decepção, ninguém prestava atenção nos produtos. Afinal, eram apenas rádios comuns de uma marca desconhecida. Ele ficou matutando sobre como poderia reverter aquela situação. Enfiou a mão no bolso e contou o que restava do seu pouco dinheiro. Não daria pra investir em propaganda, divulgação, nada. Nada? Pensava nisso quando avistou um grupo de estudantes que vinha conversando animadamente pela rua. Foi então que o vendedor teve uma ideia insólita: convidou os jovens a assistirem uma demonstração sobre a qualidade e a potência dos rádios. Depois, perguntou quem havia gostado dos aparelhos. Seis rapazes ergueram as mãos. Komashio perguntou: — Se eu pagar uma pequena quantia, vocês aceitam promovê-lo? Ontem ou hoje, aqui ou na Europa, estudantes estão sempre iguais: duros. Por isso, aceitaram fazer o que o homem pedia. Eles deveriam entrar, um a um, na loja de pianos e dizer ao proprietário: “gostaria de ouvir aquele rádio”. Depois de experimentá-lo, deveriam tecer elogios. Algo do tipo: “além de portátil é fácil de mexer e o som é muito bom”. Finalmente, deveriam comprar o produto e entregá-lo a Komashio. Antes que você pense que isso é absurdo, saiba que foi dessa forma que a marca Sony entrou na Europa. No final daquela semana, o gerente recebeu Komashio com um largo sorriso: “Me mande mais rádios, estão tendo boa saída”. Moral da história: (investir) Dinheiro só ajuda a decolar um negócio se houver uma grande ideia. Os verdadeiros empreendedores são aqueles transformam o pouco em muito.

< Retirado do blog Pequeno Guru>

Para a maioria das empresas o problema com mudanças radicais é: Se ninguém mais está fazendo, seria loucura eu fazer, certo?

Errado! Estudos mostram que se voce procura se tornar líder de mercado, seguir o que a liderança está fazendo não é o melhor caminho. O correto seria conseguir se diferenciar criando algo diferente da concorrência. O problema é que as empresas estão acostumadas a utilizar pesquisas como base para justificar a produção de um bem ou serviço, porém, os produtos que podem tornar sua empresa líder de mercado na maior parte das vezes não se saem bem em pesquisas de foco.

Foi assim com a aeron chair, citibank, toyota prius, Charles Schwab e Cirque du Soleil.

Pensando nisso Marty Neumeier autor do livro Zag: The #1 Strategy of High-Performance Brands criou um modelo bastante esclarecedor que vale a pena ser testado. Segue,

Ja imaginou tirar fotos com seus dedos? Pesquisar informações de um produto apenas segurando ele? Pegar textos em qualquer superfície e arrasta-los para o mundo digital com apenas um toque?

Esse é o indiano Pranav Mistry, criador do SixthSense, um computador que funciona com a movimentação dos dedos e um pequeno projetor. Com ele voce pode interagir com o mundo digital de formas  inéditas.  Está sendo chamado pela mídia de: Matador de Ipad.

Confiram!

Um dos desafios do marketing é o de compreender seus consumidores para poder se conectar a eles, em um estudo chamado Ecossistema de Marketing & Mídia 2010 foi constatado que, quatro em cada cinco profissionais de marketing acreditam que percepções sobre os clientes são mais importantes agora do que há cinco anos e serão ainda mais nos próximos anos e, a grande maioria, acredita que oferecer informações únicas sobre os clientes cria vantagem competitiva pois pode se identificar as mídias certas a serem utilizadas alcançando maior eficiência e eficácia.

Uma grande mudança nesse aspecto é o diálogo entre consumidores sobre as marcas, ao estimular e monitorar esses diálogos os profissionais de marketing estão identificando e reunindo “advogados de marca” que são pessoas que recomendam produtos e serviços a outras, essa defesa de uma marca é hoje o objetivo mais importante do marketing. Segundo Dave Morgan fundador e presidente da Tacoda, o marketing vai consistir em alavancar e ativar grupos de consumidores, transformando consumidores em prosumidores tambem chamados de evangelizadores de marca, pessoas motivadas que utilizando de ferramentas para enaltecer a marca para parentes, amigos e ate mesmo conhecidos, esses evangelizadores podem ser elementos chave em uma campanha. Para criar evangelistas é preciso compreender o consumidor, para compreender o consumidor é preciso observá-lo, não é a toa que um dos lemas do Google é: clientes, clientes, clientes..

Esse diálogo proporciona a capacidade da empresa entender o que os consumidores querem, quando e onde. A publicidade hoje se faz oferecendo experiência com o usuário, aplicação e serviços que os consumidores realmente desejam.

Alguns exemplos práticos.


social-media-carA revolução digital traz mais do que formas inéditas de comunicação, interação e informação. Novas oportunidades de fazer negócio surgem a todo instante mas, como são essas oportunidades? Como gerar valor ao seu negócio ou maximizar lucros utilizando a WEB 2.0?

Algumas empresas já estão mostrando que o uso da internet traz sim resultados surpreendentes. A Urban Store loja online de acessórios e equipamentos para skate, deve faturar R$1,5 milhão neste ano. O public alvo: jovens entre 12 e 24 anos que já nasceram com a internet. O que faltava para o negócio deslanchar? Uma forma de comunicação com seus potenciais consumidores. A saída estava na WEB. Além de investir em links patrocinados e em sites de skate a empresa criou uma comunidade no orkut rede social mais utilizada no Brasil (hoje a comunidade está com 572 membros) em entrevista para a Pequenas Empresas Grandes Negócios os donos comentaram: “O Orkut é uma das melhores ferramentas para interagir com nosso publico. Colocamos uma lista com as marcas que vendemos, o link para o nosso site, avisamos sempre sobre as promoções e as novidades que chegam à loja e fazemos enquete. Tudo sem custo, só investindo tempo. No início do ano,os donos resolveram ir além e compraram no Orkut um banner, usando sistema similar ao dos links patrocinados — eles compram termos como “skate” e “cultura urbana” e o anúncio aparece em todos os perfis e comunidades que incluam a palavra. A empresa paga em média 10 e 20 centavos toda vez que alguém clica no banner. E ganham mais 700 visitas mensais à loja além das 1500 visitas vindas da comunidade.

A empresa cresceu 40% em relação a 2007 e metade disso é resultado do investimento em links patrocinados e no orkut. O uso das redes sociais dá ao consumidor o que ele quer, como já comentado no post sobre comportamento do consumidor na WEB veja aqui.

Outro exemplo de uso da WEB vem da Doural empresa que possui mais de 60 mil itens de utilidade doméstica. A empresa já possui um site voltado a WEB 2.0 que representa 15% das vendas além disso, a Doural criou um Blog e o site Doural Gourmet com o objetivo de atrair consumidores que gostam de gastronomia, neles o próprio dono escreve sobre as vantagens e utilidades dos produtos que oferece e garante, quando uma pessoa se interessa por alguma coisa no blog, acaba indo para o site ou para a loja da Doural. O blog já recebe sete mil visitas por mês e muitas pessoas ja chegam nas lojas solicitando algum produto que viram no blog.

Alem disso, a Doural utiliza o Twitter (segunda rede social mais acessada no Brasil) para divulgar todas as ações que faz na internet e avisar os clientes sobre promoções relâmpago. Em entrevista para a PEGN uma cliente da Doural diz: “O Twitter me avisa e, se me interessar, eu entro no site. Já comprei uma panela, que era lançamento, e também utensílios de cozinha que estavam na promoção.”

Esses são apenas alguns exemplos de como a WEB possui inúmeras oportunidades para seu negócio seja ele novo ou já existente. Eaí, o que voce pode fazer na sua empresa? Postem suas dúvidas e comentários!

Sabiam que temos apenas 5% de consciência sobre o porque dos nossos pensamentos? Quando se trata de pesquisa de mercado para montar uma nova campanha publicitária, ou entender o que o cliente pensa sobre alguma marca/produto etc, o método atual utilizado é a aplicação de questionários e focus groups. Ora, se não temos consciência de porque pensamos o que pensamos, o resultado desses questionários são inúteis! Pois baseiam-se em apenas 5% da realidade.

Algumas mudanças vêm ocorrendo nesse campo, o Dr Gerald Zaltman é criador da técnica ZMET (Zaltman Metaphor Elicitation Technique) que vem sendo utilizada por empresas líderes de mercado presentes em mais de 20 países ao redor do mundo. A técnica surge suprindo ao apontamento do que gestores vem dizendo a vários anos, as organizações precisam ser orientadas para o consumidor, e focadas no mercado. Alcançar esse objetivo não é nada fácil pois exige-se uma profunda compreensão dos atuais e potenciais consumidores do produto. O diferencial desse método está justamente na forma como se faz para conhecer esse cliente.

Segundo Zaltman os consumidores não verbalizam os reais motivos de suas decisões de compra. É preciso ultrapassar o cérebro verbal e chegar ao cérebro metafórico e para fazer isso, o aplicador pede a um grupo de pessoas que coletem algumas imagens que remetam a alguma idéia, por exemplo, vamos supor que façamos uma pesquisa de mercado para criar uma propaganda de desodorantes e que desejamos ligar a idéia de liberdade e refrescancia á marca. Sendo assim, seria pedido aos entrevistados que buscassem imagens que remetessem a esses idéias. Ao fazer isso, migramos do hemisfério esquerdo do cérebro (verbal) para o hemisfério direito, o do inconsciente, dessa forma encontramos os estímulos inconscientes dos clientes, que determinam os porquês de suas escolhas.

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Encontrei esse site no blog da update or die e achei sensacional! Ele mapeia tudo o que encontra sobre você na rede combinando dados seus espalhados por ai e monta sua ‘identidade na web’. Faz parte do MIT Media Lab’s “Metropath(olgies)”. Experimentem digitar ‘Jose Sarney’ hahaha.

O link para o site é http://personas.media.mit.edu/personasWeb.html

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Você, internauta, já percebeu como são suas necessidades? Hoje somos insaciáveis por informações no processo ‘just-in-time’ de fabricação. Gostamos de saber sobre outras pessoas, produtos, eventos, política, cultura.. somos obcecados por informações em tempo real, busca em tempo real, opiniões em tempo real, comparações de preço em tempo real, notícias em tempo real, conversas em tempo real, notícias de transito em tempo real e muito mais! Somos a geração do ‘aqui e agora’, vivemos em uma sociedade imediatista em todos os aspectos.

O Twitter tem feito um grande trabalho nesse aspecto, com ele, podemos ter notícias sobre o que está acontecendo no mundo a través de ‘palavras mais ditas’ em tempo real. Pelo twitter temos a inédita possibilidade de saber em tempo real o que o mundo está pensando, fazendo, protestando, a favor e contra, revendo, comprando, sentindo, participando, viajando para, doando para, fofocando, pedindo, odiando, vestindo, assistindo, lendo, comendo, ouvindo etc.

O que considero interessante nesse aspecto é que essas informações em sua grande maioria não partem de organizações/empresas mas sim de Pessoas! São pessoas gerando conteúdo para outras pessoas! A web já disponibiliza aplicativos que agregam essas informações em uma plataforma de fácil utilização, algumas delas:

Almost.at – Um aplicativo online que agrega notícias de sites como Twitter, Flickr, YouTube, em tempo real. O site, em seguida, verifica para o usuário tags de mensagens que parecem estar realmente testemunhando um evento ao vivo, assim os posts futuros do usuário serão colocas em destaque nos resultados de pesquisa.

Collecta – Afirma ser um dos mais rápidos real-time motores de busca na web, reunindo fotos, vídeos, atualizações de status, tweets, artigos de notícias, e entradas de blog como esses itens são destacados.

Google Wave – Permite aos usuários criar e editar rich-media ondas ‘em tempo real, com mudanças visíveis imediatamente para todos os participantes

Happn.in – Coleta e agrega as frases mais populares usadas no Twitter em um raio de 20 quilômetros das maiores cidades do mundo.

Trendsmap – Um mapa interativo do mundo “que exibe atualmente tendendo tópicos no Twitter, apresentando tweets recentes e links para cada tópico.

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Gil Giardelli disse em seu blog “Neste exato momento você, constrói uma nova sociedade dos sonhos, com uma nova economia criativa, consumo consciente e capitalismo solidário. Você achou que era apenas produção de video, artigos e comentários.  Errou! Releia a antitese do egoísmo de Adam Smith, em Slidesahre.net, com conteúdoacadêmico grátis para todos. Reaprenda a obra de Maquiavel, em Flick.com que contraria interesses privados em favor do bem maior.  Em Del.icio.us, você faz e outro repete como Galileo Galilei. Aterrise em Cervantes e DomQuixote, que nos mostrou a lucidez da loucura e a incoveniência da verdade no Second Life. Renegue lutero e sua maxima de não pagar entradas para o céu, no zappo.com com seu lema “se você não encontrou aqui, nós iremos ajuda-lo a encontrar em outro lugar.” Releia o amor e a poesia de Marcel Proust, em Librarythings.com, que com 12 meses de lançamento, tem 15 milhões de livros catalogados. Alguns com direitos reservados, mas não todos. Raciocine como Einstein, que disse que tudo depende do ponto de vista! Dos 100 clips mais acessados do Youtube.com, apenas dois foram produzidos por alguma agência de comunicação, e lembre-se que 1/3 de toda audiência na Internet Americana passa por lá. Ou seja, uma geração mais influenciada pelo youtube.com do que pela CNN.” “

Os muitos exemplos acima mostram que é hora de cairmos na real, vivemos uma ruptura, um novo momento, uma revolução. A internet já mudou a forma como vivemos, compramos, interagimos e pensamos e a questão chave é que a convergência dessas novas tecnologias estão com uma força tão grande que as empresas não possuem outra alternativa a não ser modificar suas formas de pensar sobre a conversação com seus clientes, inovação, vendas, marketing…

fortressOutra consequência da Revolução da internet, da explosão do mobile, das redes sociais e de todo o emaranhado de novas tecnologias e plataformas que envolvem a era pontocom é uma completa mudança no modo como as empresas venderão seus produtos e pensarão em sua publicidade. O Nielsen Global Online Consumer Survey apresentou um estudo com 25.000 consumidores online de 50 paises e veja o que foi constatado:

“Recomendações de conhecimentos pessoais e opiniões publicadas pelos consumidores on-line são as formas mais confiáveis de publicidade a nível mundial. A pesquisa da Nielsen mostra que 90% dos consumidores online a nível mundial procuram recomendações de pessoas que conhecem antes de comprar, e 70% dos consumidores confiam opiniões postadas on-line..”

As pessoas já não acreditam 100% no que as empresas falam. O cyber-cliente quer confiança no produto e na compra. Estudos mostram que a melhor forma de passar essa confiança é por meio de recomendações de outros cyber-clientes. Com as recomendações o consumidor se sente no controle, sabe os fatos, os atrasos, o que é verdade e o que não é, escuta recomendações positivas e negativas sobre o produto e assim decide se vai comprar ou não.

Comentarios

Trata-se de uma fase de transição, o processo de decisão de compra das pessoas mudou radicalmente. Hoje dificilmente encontramos pessoas que não pesquisam na internet sobre qualquer coisa que queiram comprar antes de decidir. Quando online, esses cyberclientes possuem acesso a milhões de outros consumidores que já compraram ou pensam em comprar o mesmo produto por um meio gigantesco de canais como Redes Sociais, fóruns, sites de vendas que disponibilizam recomendações, twitter etc. Mas o que já existe na web nesse aspecto? No que isso afeta a economia da sua empresa?

1.6 bilhoes de pessoas estão agora online, e muitas delas já estão online a anos. Essas pessoas conhecem vários canais na internet e escutam, falam e trocam opiniões sobre os produtos que consomem e desejam. As empresas precisam pensar: O que está sendo dito sobre meu produto/marca? O que as pessoas pensam sobre a minha empresa? O que já existe sobre meu produto nas redes sociais e na web?

Veja como algumas empresas e aplicativos estão se adpatando a essa realidade..

O ShoutIT permite que o internauta divulgue em seu facebook, twitter ou delicious suas recomendações e opinioes de produtos, essas recomendações sao compartilhadas com outras pessoas que utilizam o mesmo aplicativo e podem ser consultadas a qualquer momento.

A  TripAdvisor,, que possui cerca de 25 milhões opiniões e pareceres sobre mais de 490.000 hotéis e atrações e atrai + de 25 milhões de visitantes mensais, no início deste ano assinou acordos com syndication VisitBritain.com, easyJet Holidays e sua irmã site Hotels.com.
Com isso, o site de viagens Raveable agora fornece uma visão abrangente dos hotéis nos Estados Unidos agregando e resumindo mais de 35 milhões de opiniões de mais de 55.000 hotéis dos EUA. Antes de escolher um hotel, as pessoas agora podem ver o que outras pessoas que já se hospderam lá tem a dizer.

No Reino Unido o serviço de compras com base de comparação Shopzilla uniu-se com o PowerReviews.com, um fornecedor de opiniões de clientes, com análises de produtos para adicionar ao serviço de comparação de preços. É a opinião dos outros cyber-clientes influenciando e agregando valor à compra junto á comparação de preços.

O Bazaarvoice recentemente assinou um acordo com os retalhistas britânicos Debenhams e Asda para incluir opiniões de clientes em seus sites.

Outro formato mais atraente para comentários são os vídeos. Um vídeo revelador e bem feito diz mais do que 1.000 fotos. Com a proliferação de telefones videocam, incluindo o novo iPhone 3GS da Apple, que inclui a funcionalidade de vídeo, marcação de geo e facilidade de upload para o YouTube, o vídeo-reviews tende a decolar.

Diante de tudo isso eu pergunto. Eaí, vai ficar parado?

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Cada vez mais me interesso pelo mundo digital, era pontocom, cyber-espiritualismo como diz meu amigo Gil Giardelli,

O twitter está gerando uma revolução na forma como as empresas se relacionam com seus clientes, e é também uma das aplicações mais utilizadas em mobile’s mas como exatamente está sendo esse relacionamento? Eis alguns exemplos de empresas inovadoras:

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Essas empresas estão mostrando que as regras estão mudando, estamos vivendo a era do Capitalismo criativo. A democracia das redes sociais obriga as empresas a aderir uma nova forma de relacionamento, uma nova visão do cliente, o cliente agora tem o poder. Mas não para por ai, o twitter é o aplicativo mais utilizado por em Mobile’s, hoje parece que o mundo acordou para a telefonia móvel, saiu na HSM que o presidente do Google disse que o futuro da humanidade é o serviço no celular, o atual presidente dos Estados Unidos Barack Obama usou serviços móveis, do SMS ao twitter, para fortalecer sua campanha política.

Duvida? Veja o que já existe:

Shopsavvy – Perfimite o usuário a scanear qualquer código de barras com a câmera do celular, e depois, procura em um banco on-line com mais de 20.000 empresas locais onde o produto está sendo vendido pelo menor preço. Depois que o melhor preço é encontrado, voce tem a opção de comprar on-line ou usar o celular como GPS no google maps para te mostrar o melhor caminho para chegar a loja. Revolucionário?

Californian SnapTell – Meio milhão de pessoas já baixaram esse aplicativo, esse programa permite que o usuário tire a foto de um determinado produto, envie para a WEB e busque recomendações e melhores preços para ele, já existem mais de 1,5 milhões de produtos cadastrados e recomendados.

A Amazon lançou o Android mobile application – Com ele o usuário pode pesquisar o código de barras do produto e depois o celular procura na Amazon pelo mesmo produto e oferece uma lista com melhores preços, se o preço for menor, o usuário pode efetuar a compra pelo próprio celular.

Com o Shazam o usuário pode identificar uma música gravando um pequeno trecho da música com seu celular, o aplicativo usa ‘tags’ para encontrar o nome da música e do artista e depois permite a pessoa comprar a música em alguns sites. Mais de 50 milhões de pessoas pelo mundo utilizam esse serviço.

ColorSnap é um aplicativo grátis desenvolvido pela Sherwin-Williams, a pessoa tira uma foto com seu iphone e o programa procura em um banco de mais de 1.500 cores da Sherwin-Williams qual a cor da foto. Depois a cor e suas informações são enviadas para o celular da pessoa e um link de ‘Compre’ aparece caso o usuário queira comprar a tinta.

Esses são apenas alguns exemplos do que está acontecendo, essas tendências trazem novos desafios para todas as empresas, já imaginou o impacto em suas vendas quando clientes que estão 24horas on-line entrarem em sua loja pesquisando informações de preço/qualidade do seu produto enquanto caminham tirando fotos e pesquisando opiniões de milhões de usuários on-line? Clientes que quando são mal atendidos digitam ‘twittam’ em seus celulares e centenas de pessoas no mesmo instante leêm a experiência do cliente com sua loja. Clientes que querem qualidade, satisfação, inovação e preços baixos. Como você vai se preparar? Bem vindo a era da internet.

O HSBC já entrou na nova onda da Realidade Aumentada, veja como funciona:

A Socialnomics Social Media Blog enviou um vídeo muito legal sobre mídias sociais, apresentando uma série de dados interessantíssimos sobre a explosão das social medias. Os dados podem ser vistos escritos (junto com as fontes logo abaixo) diretamente pelo site http://socialnomics.net/2009/08/11/statistics-show-social-media-is-bigger-than-you-think/

Está disponível no site do Tom Peters esses slides com 44 ”segredos” e ”estratégias inteligentes” para superar a crise de 2008 – xxxx.

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