Brasil – O país do Futuro.

Depois de meses sem escrever decidi escrever esse desabafo. Leio diariamente tirinhas e tirinhas de sátiras sobre o Brasil, o sistema judiciário, o aumento da gasolina, seja lá o que for, são centenas e centenas de pessoas reclamando e jogando pedra no nosso país. Estou com o Gil Giardelli que defende que precisamos sacudir nossa rotina modorrenta, combater o péssimo hábito (uma doença antiga) de aceitar e bocejar diante do mesmo, e participar da mudança (50 milhões de pessoas votaram para alguém sair do BBB, apenas 400 mil votaram até a tarde de hoje na saída do Renan Calheiros). Uma sociedade desinformada permanece na escuridão e uma população desconectada é mais facilmente enganada e manipulada. Em vez de atirar pedras, como nas velhas revoluções, vamos agora usar nossa conexão global e deletar velhas formas de um mundo que naufragou para fazer diferente.

Ser passivo a tudo o que acontece e reclamar não vai mudar nada. Chegou a hora de fazer alguma coisa, de empreender, de seguir em frente. Parar de tirar fotinhas egocêntricas e fazer alguma coisa de útil. Será que nosso facebook, instagram e twitter servem apenas para postarmos toneladas de imagens pessoais, piadas engraçadinhas e montarmos um álbum digital colorido igualzinho aos cadernos que fazíamos no primário com nossas colagens e rabiscos? É claro que não.

Fica aqui minha indiguinação e para todos aqueles que reclamam e reclamam, alguns recortes que juntei por aí que mostram a REALIDADE sobre o nosso país. Antes de criticar LEIA, BUSQUE. Antes de falar “imagina na copa” em tom de desaprovação e de que tudo vai dar errado, veja o que está sendo feito por aqueles que acordam e acreditam em um Brasil diferente, naqueles que empreendem e fazem acontecer. O Brasil é a bola da vez, e você pode fazer isso. O mundo já torce por ele. Reflitam sobre isso:

  • Esquecemos que estamos entre os dez países mais ricos do mundo;
  • que fazemos parte de um seleto grupo de emergentes;
  • que somos o único pais emergente do continente americano.
  • Nas livrarias, vemos um título em destaque: Brasil on the rise – A história de um país transformado.
  • O “A gente transforma (AGT) www.rosenbaum.com.br/a-gente-transforma é um projeto colaborativo brasileiro que faz uso das cores para despertar a criatividade e realizar mudanças dentro de uma comunidade, elevando sua autoestima e colocando o poder de transformação nas mãos dos moradores.
  • Rio de Janeiro e São Paulo estão na lista das dez melhores cidades para visitar.
  • A presidente Dilma é destaque na revista The Economist.
  • Nosso país lidera em crescimento com estabilidade fiscal, e é o novo destaque no cenário mundial.
  • Estamos num pais que tem tido o maior sucesso no combate às doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a AIDS; e, nesse domínio, somos exemplo mundial.
  • O Brasil foi o único pais do hemisfério sul a participar do projeto Genoma.
  • Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidaria.
  • Nas ultimas eleições gerais brasileiras, o sistema do tribunal superior eleitoral (TSE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24h depois do inicio das apurações. O modelo chama atenção do mundo pela qualidade e confiabilidade.
  • Mesmo sendo um pais em desenvolvimento os internautas brasileiros representam uma fatia de mais de 60% do mercado na américa latina.
  • No Brasil ha mais fabricas de veículos instaladas do que na maioria absoluta dos países vizinhos.
  • Das crianças e adolescentes entre 7 e 14 anos, 98% estão estudando.
  • O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com mais de 700 mil novas habilitações por mês.
  • Na telefonia fixa, o pais ocupa a quinta posição em numero de linhas instaladas.
  • Das empresas brasileiras de grande porte, mais de 10.000 obtiveram certificado de qualidade e acreditação fornecidos por órgãos internacionais, representando o maior numero entre os países em desenvolvimento nos últimos 10 anos. No México, foram apenas 300 empresas e 265 na argentina.
  • O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos do mundo.
  • O mercado editorial brasileiro é maior que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano;
  • Temos o mais moderno sistema bancário do planeta;
  • nossas agencias publicitarias ganham os melhores e maiores prêmios mundiais quase todos os anos;
  • grande parte da população faz trabalhos voluntários e se dedica a causas ambientais;
  • somos hoje a terceira maior democracia do mundo;
  • apesar de todas as mazelas o judiciário está punindo quem precisa ser punido.
  • Somos hospitaleiros e nos esforçamos para falar a língua dos turistas, e não medimos esforços para atende-los bem. Já pensou na copa? Os dados são da Antropos Consulting.
  • Saiu no jornal nacional de Ontem (05/02/2013), que os empresários do Brasil estão mais jovens e mais preparados do que no restante do mundo.

É o Brasil é um pais abençoado de fato. Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos. Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques. Bendita terra que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente. Bendita seja essa terra chamada Brasil.

É isso, espero que tenha convencido pelo menos 1 dúzia de pessoas de que seu país não é um lixo . De que temos um futuro gigantesco pela frente e de que VOCÊ é responsável por isso. Ainda parafraseando o Gil, talvez esteja na hora de você começar a criar, participar, contribuir, ganhar dinheiro e fazer empreendedorismo para o Brasil e para o mundo. Precisamos mudar nosso mapa mental. O foco é no sonho e não no problema, temos de ser pacientes para entender o sonhado e possível hoje, e a utopia que fica para logo ali, o amanhã.

É isso.

Fontes: Você é o Que Você Compartilha, Homero Reis, G1, The Economist, outros.

BRASIL UMA REVOLUCAO POR SEGUNDO

Como criar Evangelizadores de Marca

Você já deve ter ouvido falar da palavra “Evangelistas”. E provavelmente já conheceu um, aquele amigo que comprou um iphone e sempre faz questão de falar para todo mundo o quanto o produto é bom?

Quando você possui clientes evangelistas você possui o melhor tipo de cliente que sua empresa poderia ter. Evangelistas são apaixonados pela sua marca, leais e dispostos a recomenda-la sempre que preciso. Mais do que isso, são comunicadores sobre assuntos relacionados a sua marca, quando você errar, eles estarão dispostos a perdoar pois eles assumem que seus erros são honestos. Eles acreditam que você tem como objetivo o melhor para eles – e melhor do que isso – evangelistas são criadores de novos evangelistas.

Se você concorda com o que foi dito, provavelmente vai confirmar com a seguinte afirmação: Sua empresa deveria estar nesse momento fazendo tudo o que for humanamente possível para desenvolver esse tipo de cliente.

Com um grande número de evangelistas sua marca pode  crescer de formas inimagináveis. Empresas como o Instagram, que no primeiro ano cresceu atingiu 1 milhão de usuários, e no segundo atingiu a marca de 40 milhões, logo depois foi vendido para o Facebook por nada menos do que 1 bilhão de dólares, adoram e utilizam os evangelistas a seu favor.

A questão é, como desenvolver esse tipo de cliente? Não é tão difícil como parece, seguindo alguns passos básicos já se é possível perceber alguns resultados positivos.

1.       Entre na mente do seu cliente

Primeiro você precisa entender quem é seu cliente. Essa é uma das mais poderosas e importantes atividades possíveis de marketing. Essa atividade é crítica, pois as informações mais importantes que você pode ter veem diretamente do seu cliente, se você fizer isso direito, terá informações importantíssimas para o seu produto.

É claro que o Steve Jobs tem aquela frase famosa “Não é trabalho dos consumidores saber o que eles querem”, porém ele possuía uma intuição única sobre o que as pessoas desejam. Todo o resto do mundo – incluindo eu e você – precisa falar com os clientes para descobrir.

Portanto comece conduzindo pesquisas qualitativas com seus clientes: Converse com seus clientes, com seus possíveis clientes e até mesmo com os clientes dos seus concorrentes. O objetivo é: Descobrir o que eles pensam, o que eles querem e como eles utilizam o seu produto ou serviço.

2.       Marketing Emocional

Vou ser direto: A maior parte dos consumidores estão se lixando para os passos que você toma para tornar a vida deles melhor. O que eles querem saber é simplesmente COMO você faz isso.

Depois que você estiver na mente do seu cliente, use as informações para criar ações de marketing baseadas no estilo de vida do seu público. Não importa o ramo da sua empresa, você sempre estará trabalhando para melhorar de alguma forma a vida das pessoas. Sua linguagem deve SEMPRE focar em COMO você faz isso. Sem especificações técnicas. Sem funcionalidades. Apenas: Melhoramos sua vida ASSIM.

Por exemplo:

- Você não tem um aplicativo de fotos. Você aumenta o ego das pessoas ao torna-las fotografas profissionais e dar a oportunidade delas compartilharem suas obras.

- Você não é uma empresa de marketing social. Você faz o sonho dos seus clientes tornarem realidade potencializando suas vendas.

- Você não está no serviço de computação nas nuvens. Você protege as memórias (sem preço) da vida das pessoas.

Isso pode parecer simples e básico, mas olhe para seu lado e veja quantas empresas estão efetivamente fazendo isso além da Apple e da Amazon!

3.       Utilize as plataformas certas

Por fim, você precisa se comunicar eficientemente com seus clientes. Para isso você precisa:

  1. De uma boa lista de consumidores com: Nome, endereço, telefone e e-mail.
  2. De uma boa lista dos consumidores dos seus concorrentes. Se você possuir boas listas você poderá se comunicar diretamente com eles.
  3. Uma ótima relação criada com: Bloggers, editores, produtores de conteúdo etc..
  4. Mídias Sociais.
  5. Um site/embalagem (a depender do seu segmento) que mostre claramente ao seu consumidor como você melhora a vida dele.

É isso! É claro que existem N outras formas de criar evangelizadores, porém seguindo esses passos básicos já é um bom início! Depois de cria-los você precisara desprender um esforço enorme para mantê-los. Mas isso já é outro assunto.

Humanização das Marcas: Sabendo aceitar as falhas

Os consumidores não esperam que as empresas não cometam falhas. Na verdade, eles tendem a gostar das empresas que apesar de cometerem erros, continuam sendo brilhantes.

Ao cometer erros (e serem abertas a isso) as empresas mostram a seus consumidores que possuem empatia, generosidade, humildade, flexibilidade, maturidade, humor.. em outras palavras, mostram que são humanas!

A natureza humana nos mostra que temos dificuldade em nos conectar ou confiar em pessoas que (fingem) não terem fraquezas e nunca cometerem erros.

1. A desilusão dos consumidores e funcionários com as empresas finalmente chegou ao ponto do desgosto. Como resultado, qualquer marca que mostre que pode fazer negócio sob uma nova luz será merecidamente recebida de braços abertos.

- Quase 85% dos consumidores do mundo, esperam que as empresas se envolvam em atividades que promovam o bem estar individual e coletivo. (Fonte: Havas Media – Novembro de 2011)

- Por outro lado apelas 28% das pessoas acreditam que as empresas estejam realmente se esforçando para resolver problemas sociais e ambientais.

2. Os consumidores estão cada vez mais convencidos de que é possível que as empresas possuam personalidade/pessoalidade e gerar lucros (Alguns exemplos: Zappos, Bem & Jerry, Michel et Augustin, Zalando). Cada novo negócio que se torna bem sucedido permanecendo útil, divertido, com qualidade e um pouco mais “humano” faz com que os consumidores se tornem mais desencantados com as empresas tradicionais, chatas e impessoais.

A maior parte das pessoas não se importaria se cerca de 70% das marcas existente simplesmente deixassem de existir! (Fonte: Havas Media – Novembro de 2011)

3. A cultura on-line é A cultura, empresas que ficarem fora da rede em um mundo totalmente on-line onde a comunicação é imediata, aberta, crua e onde as pessoas compartilham abertamente o que estão fazendo – vitórias e falhas – ficarão fora de contexto. As pessoas esperam que as empresas façam o mesmo, compartilhem!

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Fonte: Adaptado da Trend Watching

Soluções Mobile para Micro e Pequenas Empresas

A boa notícia aos micro e pequenos empresários é de que o mercado de tecnologia mobile já oferece uma grande gama de opções de serviços digitais que podem ajuda-los a conseguir novos clientes e crescer seus negócios. E o melhor, se você acredita que o uso dessa ferramenta é complicado, está muito enganado, uma característica dessas redes/serviços é de que é muito fácil para um pequeno empresário aplica-la em seu negócio.

Utilizar o celular faz mais sentido do que nunca, de acordo com uma pesquisa recente realizada pela Borrel Associates, 48% das micro e pequenas empresas responderam que estão propensas a inserirem seus negócios em soluções mobile. No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para o tiro não sair pela culatra. Vejamos algumas dicas:

1. Seja local

As tecnologias mobile oferecem uma oportunidade única as micro e pequenas empresas. Elas permitem que essas empresas foquem seus clientes com o uso de geo-localização tornando-se visíveis para todos os consumidores que estejam procurando o que está próximo a eles. Além disso, elas podem encontrar seus clientes com o uso do CEP o que é muito proveitoso uma vez que a maior parte das vendas de micro e pequenas empresas são feitas por pessoas que moram/trabalham próximas ao negócio.

Uma das redes mais utilizadas atualmente é o Foursquare, porém outras também podem ser exploradas como o próprio facebook. É importante que a empresa beneficie os clientes que acessarem a rede criando promoções e divulgando.

2. Crie seu próprio aplicativo

De acordo com uma pesquisa publicada ainda esse ano realizada pela Flurry, o tempo que as pessoas passam utilizando aplicativos está crescendo exponencialmente, chegando a quase 1h30 de uso por dia. Por outro lado, o tempo que as pessoas utilizam navegando pela internet pelo celular está caindo, o que mostra que as pessoas estão mais engajadas e utilizando mais aplicativos do que a navegação por sites. Outro dado interessante é de que a projeção de downloads de aplicativos para 2014 é de mais de 75 bilhões de downloads! A mensagem é clara: Ao pensar em utilizar o mobile, pense em apps.

3. Ofereça diferenciais

Quase dois terços dos usuários de internet mobile preferem aplicativos que contenham cupons de desconto, benefícios, newsletters e informação relevante aos aplicativos que contem comerciais e vídeo. Sendo assim pequenas empresas devem focar em soluções que ofereçam novidades e benefícios a seus clientes mobile. Para ser ainda mais expressivo, o aplicativo deve oferecer uma diferenciação e exclusividade aos clientes que aderirem o serviço.

4. Integre diversas plataformas

As pessoas que utilizam o mobile interagem com seus aplicativos, leem e-mails, acessam suas redes sociais etc.. isso significa que as empresas precisam encontrar formas de integrar essas mídias, utilizando e-mail marketing e redes sociais para divulgar e interagir com seus clientes, utilizando estratégias que aumente a visibilidade digital da loja e também traga mais clientes a loja.

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Fonte: Adaptado do site Mashable Business

Marketing Digital

Venho a tempos imaginando o que me anima no marketing. Lembro de quando entrei na faculdade e li uma frase do Tom Peters – “O que você consegue fazer 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano sem ficar cansado? É com isso que você precisa trabalhar”. Além disso creio que a concepção de trabalho está ligada ao sentido da vida, acredito que todos nascemos com um Dom para ser utilizado a serviço de um mundo melhor, a partir do trabalho.

Neste ano decidi encarar o desafio de empreender, abrindo uma empresa de marketing digital, acredito muito no potencial desse mercado, as mudanças trazidas pela nova fase do mercado fruto de uma humanidade pós-crise e digitalizada são animadoras. O chamado Marketing 3.0 traz novos desafios jamais antes enfrentados pela economia. É a humanização da marca, a interatividade, a troca de valor e a comunicação assertiva que farão a diferença agora.

Esse “novo” consumidor compra produtos e serviços de baixo custo e perdeu a confiança em grandes empresas por conta das crises anteriores. As atitudes desse “novo” consumidor esta condicionada ao desenvolvimento do Marketing Digital que pode ser conceituado como a utilização da tecnologia como principal estratégia para fazer com que a sua informação se propague rapidamente para grandes públicos.

Mais de 2 bilhões de pessoas estão atualmente conectadas. Ninguém mais confia apenas em comerciais e na publicidade unilateral das grandes empresas, queremos a indicação e a experiência de outras pessoas, compartilhar informações, trocar experiências, nos divertir e acessar portais e blogs que nos interessem.

Temos que pensar no marketing como uma forma de se conhecer, observar e analisar o comportamento do consumidor, mergulhar fundo nas ferramentas online e deixar que o público mostre as diretrizes que o profissional deverá tomar.

O que fazer? Ao aplicar os conceitos do Marketing Digital podemos planejar as seguintes ações para o seu negócio:

1. Crie um site relevante:

  • Pense no que o consumidor quer saber;
  • Elabore conteúdos relevantes;
  • Crie interatividade, dando importância para opinião  do seu público;
  • Divulgue seus conteúdos em Mídias Sociais, imprensa, diretórios e blogs;

 2. Mídias Sociais

  • Analise em quais mídias sociais o seu consumidor está;
  • Faça contato diário com seus seguidores (colocando informações relevantes);
  • Mostre se aberto a crítica, mostrando rapidamente a solução;
  • De importância para ideias novas;
  • Crie promoções que beneficie o consumidor;

 3. E-mail marketing

  • A construção da sua mala-direta é um patrimônio para a sua empresa, aproveite e estabeleça um contato semanal e de preferência que envolva os seguintes itens:
  • Divulgue promoções para beneficio do consumidor
  • Divulgue novos conteúdos relevantes como artigo e noticias
  • Divulgue campanhas e ações de descontos
  • Crie sempre uma propaganda que defina bem sua missão, visão e valores.

 O contato diário com seu cliente vai humanizar sua marca, seu consumidor vai passar a te olhar como um “amigo” e perceber que sua opinião é importante, assim, vai passar a ajuda-lo, divulgar sua marca, apresentar aos amigos etc. As empresas precisam rever detalhes emocionais e espirituais do consumidor, pensar em soluções para problemas sociais do Mundo.

Esse conceito envolve as definições do livro Marketing 3.0 escrito por Philip Kotler, que em uma passagem cita as seguintes palavras: “Em épocas de crise econômica global, o marketing 3.0 adquire relevância ainda maior para a vida dos consumidores, na medida em que eles são afetados por rápidas mudanças e turbulências nas esferas social, econômica e ambiental”.

Saiba o que torna os produtos da Apple os melhores do mercado

Joanathan Ive. Você já ouviu falar nesse nome? Trata-se do vice presidente de design da Apple, uma Imagemdas figuras mas influentes do mundo. Ive é um dos grandes cérebros por trás do incrível design da então dominante no mercado Apple.

O desafio de criar produtos inovadores, úteis e apaixonantes vem trazendo as organizações a investirem em P&D e novas práticas de gestão, porém poucas conseguem se diferenciar tanto quanto a Apple. Confira abaixo a entrevista que Ive concedeu ao thisislond.co.uk onde ele fala um pouco sobre sua história, design e como as coisas são feitas na apple.

Alguns pontos altos que gostei na matéria:

“There’s not a sense of looking to generate money, its about having an idea and doing it – I think that characterises this area and its focus.”

“As consumers we are incredibly discerning, we sense where has been great care in the design, and when there is cynicism and greed. It’s one of the thing we’ve found really encouraging.”

“I think that people’s emotional connection to our products is that they sense our care, and the amount of work that has gone into creating it.”

“It’s unfair to ask people who don’t have a sense of the opportunities of tomorrow from the context of today to design.”

 “Sir Jonathan Ive, Jony to his friends, is arguably one of the world’s most influential Londoners. The 45-year-old was born in Chingford — and went to the same school as David Beckham. He met his wife, Heather Pegg, while in secondary school. They married in 1987, have twin sons and now live in San Francisco.

As Apple’s Senior Vice President of Industrial Design, he is the driving force behind the firm’s products, from the Mac computer to the iPod, iPhone and, most recently the iPad. He spoke exclusively to the Evening Standard at the firm’s Cupertino headquarters.

Q: You recently received a Knighthood for services to design – was that a proud moment?

A: I was absolutely thrilled, and at the same time completely humbled. I am very aware that I’m the product of growing up in England, and the tradition of designing and making, of England industrialising first. The emphasis and value on ideas and original thinking is an innate part of British culture, and in many ways, that describes the traditions of design.

Q: Is London still an important city for design?

A: I left London in 1992, but I’m there 3-4 times a year, and love visiting. It’s a very important city, and makes a significant contribution to design, to creating something new where previously something didn’t exist.

Q: How does London differ from Silicon Valley?

A: The proximity of different creative industries and London is remarkable, and is in many ways unique. I think that has led to a very different feel to Silicon Valley.

Q: Why did you decide to move to California?

A: What I enjoy about being here is there is a remarkable optimism, and an attitude to try out and explore ideas without the fear of failure. There is a very simple and practical sense that a couple of people have an idea and decide to form a company to do it. I like that very practical and straightforward approach.

There’s not a sense of looking to generate money, its about having an idea and doing it – I think that characterises this area and its focus.

Q: What makes design different at Apple?

A: We struggle with the right words to describe the design process at  Apple, but it is very much about designing and prototyping and making. When you separate those, I think the final result suffers. If something is going to be better, it is new, and if it’s new you are confronting problems and challenges you don’t have references for. To solve and address those requires a remarkable focus. There’s a sense of being inquisitive and optimistic, and you don’t see those in combination very often.

Q: How does a new product come about at Apple?

A: What I love about the creative process, and this may sound naive, but it is this idea that one day there is no idea, and no solution, but then the next day there is an idea. I find that incredibly exciting and conceptually actually remarkable.

The nature of having ideas and creativity is incredibly inspiring. There is an idea which is solitary, fragile and tentative and doesn’t have form.

What we’ve found here is that it then becomes a conversation, although remains very fragile.

When you see the most dramatic shift is when you transition from an abstract idea to a slightly more material conversation. But when you made a 3D model, however crude, you bring form to a nebulous idea, and everything changes – the entire process shifts. It galvanises and brings focus from a broad group of people. It’s a remarkable process.

Q: What makes a great designer?

A: It is so important to be light on your feet, inquisitive and interested in being wrong. You have that  wonderful fascination with the what if questions, but you also need absolute focus and a keen insight into the context and what is important – that is really terribly important. Its about contradictions you have to navigate.

Q: What are your goals when setting out to build a new product?

A: Our goals are very simple – to design and make better products. If we can’t make something that is better, we won’t do it.

Q: Why has Apple’s competition struggled to do that?

A: That’s quite unusual, most of our competitors are interesting in doing something different, or want to appear new – I think those are completely the wrong goals. A product has to be genuinely better. This requires real discipline, and that’s what drives us – a sincere, genuine appetite to do something that is better. Committees just don’t work, and it’s not about price, schedule or a bizarre marketing goal to appear different – they are corporate goals with scant regard for people who use the product.

Q: When did you first become aware of the importance of designers?

A: First time I was aware of this sense of the group of people who made something was when I first used a Mac – I’d gone through college in the 80s using a computer and had a horrid experience. Then I discovered the mac, it was such a dramatic moment and I remember it so clearly – there was a real sense of the people who made it.

Q: When you are coming up with product ideas such as the iPod, do you try to solve a problem?

A: There are different approaches – sometimes things can irritate you so you become aware of a problem, which is a very pragmatic approach and the least challenging.

What is more difficult is when you are intrigued by an opportunity. That, I think, really exercises the skills of a designer. It’s not a problem you’re aware of, nobody has articulated a need. But you start asking questions, what if we do this, combine it with that, would that be useful? This creates opportunities that could replace entire categories of device, rather than tactically responding to an individual problem. That’s the real challenge, and that’s what is exciting.

Q: Has that led to new products within Apple?

A: Examples are products like the iPhone, iPod and iPad. That fanatical attention to detail and coming across a problem and being determined to solve it is critically important – that defines your minute by minute, day by day experience.

Q: How do you know consumers will want your products?

A: We don’t do focus groups – that is the job of the designer. It’s unfair to ask people who don’t have a sense of the opportunities of tomorrow from the context of today to design.

Q: Your team of designers is very small – is that the key to its success?

A: The way we work at Apple is that the complexity of these products really makes it critical to work collaboratively, with different areas of expertise. I think that’s one of the things about my job I enjoy the most. I work with silicon designers, electronic and mechanical engineers, and I think you would struggle to determine who does what when we get together. We’re located together, we share the same goal, have exactly the same preoccupation with making great products.

One of the other things that enables this is that we’ve been doing this together for many years – there is a collective confidence when you are facing a seemingly insurmoutable challenge, and there were multiple times on the iPhone or ipad where we have to think ‘will this work’ we simply didn’t have points of reference.

Q: Is it easy to get sidetracked by tiny details on a project?

A: When you’re trying to solve a problem on a new product type, you become completely focused on problems that seem a number of steps removed from the main product. That problem solving can appear a little abstract, and it is easy to lose sight of the product. I think that is where having years and years of experience gives you that confidence that if you keep pushing, you’ll get there.

Q: Can this obsession with detail get out of control?

A: It’s incredibly time consuming, you can spent months and months and months on a tiny detail – but unless you solve that tiny problem, you can’t solve this other, fundamental product.

You often feel there is no sense these can be solved, but you have faith. This is why these innovations are so hard – there are no points of reference.

Q: How do you know you’ve succeeded?

A :It’s a very strange thing for a designer to say, but one of the things that really irritates me in products is when I’m aware of designers wagging their tails in my face.

Our goal is simple objects, objects that you can’t imagine any other way. Simplicity is not the absence of clutter. Get it right, and you become closer and more focused on the object. For instance, the iPhoto app we created for the new iPad, it completely consumes you and you forget you are using an iPad.

Q: What are the biggest challenges in constantly innovating?

A: For as long as we’ve been doing this, I am still surprised how difficult it is to do this, but you know exactly when you’re there – it can be the smallest shift, and suddenly transforms the object, without any contrivance.

Some of the problem solving in the iPad is really quite remarkable, there is this danger you want to communicate this to people. I think that is a fantastic irony, how oblivious people are to the acrobatics we’ve performed to solve a problem – but that’s our job, and I think people know there is tremendous care behind the finished product.

Q: Do consumers really care about good design?

A: One of the things we’ve really learnt over the last 20 years is that while people would often struggle to articulate why they like something – as consumers we are incredibly discerning, we sense where has been great care in the design, and when there is cynicism and greed. It’s one of the thing we’ve found really encouraging.

Q: Users have become incredibly attached, almost obsessively so, to Apple’s products – why is this?

A: It sound so obvious, but I remember being shocked to use a Mac, and somehow have this sense I was having a keen awareness of the people and values of those who made it.

I think that people’s emotional connection to our products is that they sense our care, and the amount of work that has gone into creating it.”

Fonte: http://www.thisislondon.co.uk/lifestyle/london-life/sir-jonathan-ive-the-iman-cometh-7562170.html